quinta-feira, 11 de julho de 2013
Uma fantasia realizada
N?o ? um conto ? a hist?ria da realiza??o de uma deliciosa fantasia. Somos casados e temos tr?s filhos. Eu 51 anos e ela 42. Sempre tive fantasias. A maior delas sempre foi ver minha amada sendo admirada, desejada, insinuante, se mostrando, aceitando car?cias e, mesmo, transando com outro. Como ela ? muito recatada me daria por satisfeito se ela se mostrasse ou permitisse ser bolinada, mas o ideal mesmo era que chegasse aos finalmente. Assim comecei a comentar com ela nos nossos momentos ?ntimos. Isto me excitava. Ela, percebendo isto, alimentava minhas fantasias. Mas n?o ia al?m disso. Com o passar do tempo come?amos a avan?ar. Iniciamos com ela ficando sem calcinha com a saia ou vestido levantados e expondo os seios enquanto viaj?vamos. A inten??o era a possibilidade de ela ser vista quando pass?ssemos por algum caminhoneiro, a cabine deles ? alta e t?m uma vis?o interna dos carros de passeio. Mas sempre, na hora ?H? ela se recompunha, n?o tinha coragem. Tentamos os an?ncios de scort, contratar e ir a um motel. Tamb?m n?o funcionou. Ela incentivava a fantasia quando est?vamos na cama, ajudava a encontrar nomes e telefones nos classificados, queria satisfazer a minha fantasia, mas n?o tinha coragem. Vimos numa revista (a PRIVATE) propaganda das casas noturnas para casais liberais. Resolvemos conhecer. Fomos ao Marrakesh em SP. Liguei pedindo maiores informa?es e quem atendeu garantiu que l? nada acontecia sem o consentimento dos envolvidos e que quem determinava os limites era o casal. Passaram-nos as regras da casa e a seguran?a que ofereciam. Fomos pr? conhecer. Chegando l? nos apresentaram a casa, os ambientes: sala de casais, saletas com gradio para observa??o, saletas fechadas e sal?o onde o acesso era livre, podia ser freq?entado por homens e mulheres desacompanhados. Bem como, fomos informados que permitiam a entrada de homens sozinhos numa propor??o determinada de casais presentes. Na ocasi?o ela vestia saia jeans, blusa, soutien e calcinha, tudo normal, nada extravagante. Ficamos em uma mesa observando o pessoal dan?ando. Dan?avam de forma er?tica, livre. Havia brincadeiras comandadas pelo DJ que incentivava, sobretudo, as meninas a se mostrarem. A? teve o show de Streep feminino e masculino. Ent?o resolvemos ir para os fundos, onde ficavam as salas. Fomos porque eu insisti para que pud?ssemos ver como agiam os casais e para que ao menos ela deixasse verem a sua calcinha. Se mostrasse um pouco. Fomos. Havia casais transando, tanto nas saletas com treli?a quanto na de casais, bem como na sala coletiva. Casais observando. Mulheres sendo bolinadas, em p?, no centro da sala coletiva e no acento que circunda a sala, acompanhadas de seus companheiros. Um ambiente que despertava tes?o. Sentamos em um espa?o do acento almofadado que circundava toda a sala coletiva para observarmos. Nisto ela me beijou freneticamente e eu, beijando-a, comecei a acarici?-la. Vendo a possibilidade de realizar minha fantasia, coloquei a m?o por baixo de sua blusa e a levantei descobrindo o soutien. Ainda beijando levantei a saia deixando ? mostra sua calcinha enquanto acariciava, por sobre ela, sua bocetinha. Deixando a saia jeans levantada, voltei aos seios e expus primeiro o direito, estava sentado ? esquerda dela, acariciei, dei uma mamadinha e fui ao esquerdo. ?ramos observados por alguns homens em p? ? nossa frente. Quatro exatamente. Um deles, enquanto eu baixava o soutien para expor a mama esquerda, se aproximou e com o dorso do indicador esquerdo acariciou o seu cabelo, n?o encontrando obje??o, deslizou-o at? seu mamilo direito que estava ? mostra. Sempre com o dorso do dedo. Enquanto isto com o indicador direito tocou o el?stico do cinto de sua calcinha levantando-o levemente. Nisto, j? tendo terminado de retirar do bojo do soutien o seu seio esquerdo, eu pequei na m?o dele, a que com o dedo mexia no cinto de sua calcinha, e espalmei-a por entre as pernas dela por sobre sua calcinha para que ele acariciasse a boceta e me coloquei a mam?-la no seio esquerdo. Ele, com a m?o sobre sua calcinha, sentindo-se aceito, sentou-se ao lado dela e come?ou a mamar no seio direito. Eu estava deveras excitado com a situa??o. Ela apertou meu pau por sobre as cal?as e eu gozei. Tive urg?ncia em me recompor. Falei isto ao ouvido dela, me levantei, pequei-a pela m?o e disse ao cidad?o que ?amos voltar ao sal?o. Nesta noite voltamos mais uma vez ?quela sala. Acariciei-a por sob a saia, levantando-a, mamei. Mas a? apenas ficaram nos observando. Voltando ao hotel foi que ela me disse que ele n?o ficara massageando-a por sobre a calcinha, apenas. Mas que com o dedo m?nimo puxara a sua calcinha para o lado e, enquanto mamava, havia acariciado sua boceta, inclusive introduzindo de leve a ponta do dedo m?dio. Isto me deixou muito excitado, rendeu-nos muitas trepadas fren?ticas e minha revolta comigo mesmo de ter interrompido o que poderia ter sido a realiza??o de uma t?o acalentada fantasia. Fomos mais duas vezes ao Marrakesh, mas ela n?o deu trela a mais ningu?m. S? observamos os outros casais e transamos nas saletas sem acesso ? observa??o. Descobrimos, pela internet, em Campinas, uma casa do g?nero, o Madness. Fomos v?rias vezes. O m?ximo que consegui foi acarici?-la na sala de casais e transar em saletas fechadas. Na ?ltima vez que estivemos em Campinas fomos ao Madness e, j? mais ? vontade no ambiente, ela resolveu provocar um cidad?o que estava na mesa ao lado. Pediu para que eu fosse buscar uma cerveja e uma garrafa d??gua, depois ela me explicaria, afinal poder?amos pedir ao gar?om. Entendi a mensagem e fui. Ela, contou-me depois, ajeitou o decote do vestido, cruzou as pernas sentou-se meio de lado de modo a deixar ? mostra boa parte de seus seios e at? o alto da coxa. O cara entendeu a mensagem. Voltando ? mesa com a ?gua e a cerveja, tomamos um pouco e descemos para o labirinto. O cara acompanhou. Numa saleta, ao final do corredor, que d? vis?o para a sala de casais por uma porta de vidro, demos uma breve parada para observar o que acontecia na ala dos casais. Como s? est?vamos n?s de casal, s? ela de mulher no recinto, havia mais uns quatro ou cinco homens, entre eles o que ela havia provocado, ela puxou-me para sairmos. Peguei em sua m?o e fomos nos retirando. Na entrada do corredor, no retorno, o cara que nos acompanhou veio por tr?s e passou a m?o em sua bunda por sobre o vestido. Andando, ela pegou a m?o dele e segurou-a pressionada contra sua bundinha por algum tempo, soltando-a depois de poucos passos e se colocando ? minha frente. Sa?mos dali, fomos para a ala de casais, nos acariciamos e voltamos para a mesa. Logo o cara se foi, isto aconteceu por voltas das 04h. Em seguida fomos embora tamb?m. S? o fato de ela ter provocado e aceitado a passada de m?o j? havia sido bom demais pr? mim. No dia seguinte resolvemos voltar. Antes fomos a um motel. L? transamos lembrando os fatos vistos e acontecidos do dia anterior. Nossa transa ficou com gosto de quero mais. Tomamos um banho, ela colocou um vestido discreto, mas que dispensava soutien e uma calcinha min?scula, muito sexy. Chegamos na casa, ocupamos uma mesa. Demos v?rias idas ? ala de casais onde observamos os casais se acariciando e transando, l? nos acariciamos tamb?m, e ? ala comum (onde ? permitida a entrada de desacompanhados), mas ela sempre ? minha frente n?o permitindo a aproxima??o de quem quer que fosse. Achei que mais uma vez voltar?amos pr? casa adiando a realiza??o de minhas fantasias, o m?nimo que fosse, de ela se permitir ser acariciada por algu?m. Foi quando menos esperava, at? porque os casais estavam mais comedidos que no dia anterior, que tudo aconteceu. Resolvemos dar mais uma passeada pela ala dos casais, onde nos acariciamos, n?o havia quase ningu?m no local, uns dois ou tr?s casais brincando e uns poucos que transitavam, chegavam e saiam. A? sa?mos da ala de casais e entramos na ala comum, ela sempre ? minha frente, pr? que eu protegesse a ?retaguarda?, isto ?, evitando que passassem a m?o no corredor semi-iluminado, embora eu quisesse, mas ela preferia diferente. Chegamos ao final do corredor onde tem a tal sala que d? vis?o por uma porta de vidro a uma das salas da ala dos casais. Nesta sala tamb?m h? dois sof?s. Num deles uma mulher estava ajoelhada sobre o acento com as m?os apoiadas no encosto, tinha sua cabe?a acariciada pelo marido/companheiro. Aparentemente o chupava, seus gemidos de prazer eram abafados. Estava com a saia levantada, sem calcinha e rodeada por uns quatro ou cinco homens que se revezavam por tr?s dela e mais alguns que s? observavam, como n?s. Ficamos observando um pouco e minha mulher fez men??o de sair temendo que algu?m viesse tentar alguma coisa com ela, j? que era, naquela altura, a ?nica outra mulher no recinto. Nisto entra outro casal. Com a presen?a de mais algu?m do sexo feminino consegui cont?-la para observarmos mais. Logo, um que estava penetrando aquela mulher deu lugar a outro. Neste momento um homem se aproxima, leva a m?o ? lateral da coxa de minha esposa, por sobre o vestido, acariciando at? a altura do cinto da calcinha. Ela estava ? minha frente, eu abra?ado a ela encostada em mim. Percebendo sua presen?a, olhei para ele e, continuando atr?s de minha mulher, dei um passinho para o lado para que ele tivesse acesso e pudesse acariciar tamb?m sua bundinha. Ele entendeu como sinal verde e n?o deixou por menos. Na hora a rea??o de minha esposa foi de tentar deixar o local, mas ao virar-se ficou frente a frente com ele que, havendo tido meu consentimento segundos antes, entendeu tamb?m como uma aceita??o dela. De imediato beijou-a na boca, que no susto n?o esbo?ou rea??o. Isto soou pr? ele como aceita??o. Ent?o ele passou a m?o em torno de sua cintura e puxou-a, delicadamente, em dire??o ? porta de uma saleta que estava vazia, logo atr?s de n?s. Com dois passos est?vamos dentro da saleta, eles na minha frente e eu ainda com os bra?os sobre os ombros de minha mulher logo atr?s. Ele passou pela porta, m?o em torno da cintura dela, logo que ultrapassamos os umbrais da porta minha esposa a empurrou para que eu a fechasse atr?s de n?s. Soltei as m?os de seus ombros e ela o acompanhou para o interior da saleta. Fechei a porta e ao voltar-me vi-a sendo beijada, ele com o pau duro fora das cal?as e ela acariciando-o da base para a ponta com uma das m?os. Ele levou uma das m?os em dire??o ao bojo do vestido para descobrir seus seios. O vestido tinha a al?a com la?o por tr?s do pesco?o, sob os cabelos. Ela deixou o pau dele e com as duas m?os soltou la?o liberando o vestido facilitando o trabalho dele de baixar o bojo e liberar os seios. Ele os liberou, acariciou, mamou. Nisto eu j? tinha me aproximado e, levantando a barra de seu vestido, comecei a acariciar sua bundinha. Logo ele veio com as duas m?os, ainda mamando, tamb?m por baixo de seu vestido, tirei a minha m?o para dar acesso a suas car?cias. Ele, acariciando, baixou sua calcinha at? pr?ximo aos joelhos. Acariciou a bundinha e a boceta, introduzindo por algumas vezes o dedo m?dio, at? o fim (contou-me depois). Parou de mamar e pediu: ?deixa eu meter em voc?!?!! Ao que ela retrucou: ?voc? tem camisinha?!!? Ele respondeu afirmativamente, enfiando a m?o no bolso da camisa tirando uma, abrindo-a com o auxilio dos dentes e vestindo-a em seu pau. Ent?o ele disse a ela para sentar-se na banqueta (? uma banqueta estofada na extens?o da parede da saleta, altura de uma mesa). Afastou-se um pouco livrando-se dos sapatos e das cal?as. Neste ?nterim passei a m?o sob o vestido dela, foi a? que vi que sua calcinha estava na altura dos joelhos e a bocetinha encharcada, at? as laterais das coxas estavam molhadas. Voltei-me para cuidar da porta, insistia em se abrir, a taramela n?o parava no lugar. Ela acabou de livrar-se da calcinha, sentou-se e ele em seguida se aproximou com o pau em riste. Disse-lhe: ?mesmo usando camisinha n?o goze dentro dela, ta!?? (j? hav?amos conversado isto, eu e ela, em nossas fantasias pr? evitar algo indesej?vel de que pud?ssemos vir a nos lamentar mais tarde). Ela estava sentada recostada na parede, a parte de cima do vestido abaixo dos seios e a debaixo acima da Linha da cintura, pernas entreabertas, seios e bocetinha ? mostra. Ele ent?o foi para ela, entre suas pernas, e beijando-a, introduziu de uma vez, arrancando um gemido de prazer. Introduziu e come?ou o vai e vem r?pido e profundo e, a cada estocada, ela dava o gemidinho de prazer. Enquanto estocava deixou os l?bios dela trocando-os pelos mamilos. Como estava sempre sobre ela s? me restou a lateral da coxa e da bundinha para acariciar, enquanto ele a penetrava num ritmado e fren?tico vai e vem. Ent?o ele pede a ela que tire seu vestido para sentir todo seu corpo. Ela o faz. Ele n?o sai de dentro dela, ajuda-a a se livrar do vestido. Volta ao vai vem com a mesma const?ncia enquanto mama seus seios. Ent?o ele se ergue, como que querendo observ?-la por inteiro e ver seu pr?prio pau entrando e saindo, isto me d? a oportunidade de acariciar os seios de minha esposa e deslizar minha m?o at? sua boceta. Est? encharcada, e sinto na ponta de meu dedo aquele pau entrando e saindo, entrava fundo, prensava meu dedo contra o corpo dela. Ao seu ouvido, pe?o-lhe se est? gostoso. Entre os gemidos das estocadas ela me diz ?t?h?h?!!?.. Mas parece que ele queria exclusividade. Voltou a colocar seu corpo contra o dela beijando-a e pediu para que ela se deitasse. Acompanhando o seu movimento, ele, sem sair de dentro dela, foi acomodando-se sobre a banqueta e sobre ela, come?ando um delicioso papai-mam?e. Nesta altura n?o tive mais participa??o. Fiquei s? olhando e cuidando da porta, se mais algu?m entrasse certamente estragaria tudo. Ele deu uma paradinha no vai e vem, permanecendo todo dentro dela, falando alguma coisa ao seu ouvido. Ela me disse que neste momento ele pediu para comer o seu cuzinho, ao que ela respondeu que n?o. Ele quis saber o porqu? e ela lhe disse que ele era s? do seu maridinho. Ent?o ele voltou a estoc?-la com vol?pia. Ela, a esta altura estava com as m?os por sobre suas costas esfregando no ritmo das estocadas e dos gemidos. Depois de um tempo ele saiu de cima dela. Pediu se ela havia gozado (estava preocupado em t?-la agradado). Ela respondeu com a mesma pergunta. Nenhum respondeu ao outro. Ele voltou a se vestir. Ela levantou-se. Abracei-a. Beijei-a. Perguntei se havia gostado, a resposta foi positiva. Colocou o vestido. Mas n?o ach?vamos a calcinha. Havia ca?do e estava junto aos sapatos dele que, neste momento, os pegou para cal?ar e encontrando-a nos entregou. Com os dois recompostos pedi o seu nome. S? ent?o nos falamos. Ele disse. Em seguida beijou-a e disse ?obrigado pela noite?. Foram as ?nicas palavras que trocamos. N?o houve nada mais que tes?o, car?cias, carinho e respeito. O nome dele relembramos sempre em nossos momentos ?ntimos. D?-nos muito tes?o, em especial a mim. Sa?mos e voltamos ao sal?o. Ela estava com as pernas bambas. ?foi no susto? me disse. ?N?o acredito que fiz isto?. Beijei-a agradecido, fui pegar uma cerveja para que relaxasse. Enquanto beb?amos eu a acariciava agradecido. Ela me pediu, em seguida, um refrigerante que fui pegar com o maior prazer. Identificamos o nosso homem em uma mesa do outro lado do sal?o sentado com sua companheira. J? passava das quatro horas da manh?. Tudo foi mesmo no finalzinho da noite. Os casais j? se retiravam. Tomamos o refrigerante e resolvemos ir embora. Ao sair passamos pela mesa onde ele estava. Voltamos ao hotel. Na manh? seguinte pegamos a estrada de volta, moramos numa cidade do interior a uns 300 KM de Campinas. Na viagem ela continuava n?o acreditando que tinha feito o que fez, dado para um desconhecido. Estava assustada com o fato e tamb?m por n?o ter sentido repulsa por ele e ter sido gostoso. Estava at? com certo peso de consci?ncia sentindo-se como se tivesse me tra?do. Eu a tranq?ilizava dizendo que havia gostado; que lhe era grato; que havia sido bom para n?s dois; que n?o havia trai??o, pois eu estava l?. A viagem transcorreu at? mais r?pida. Relembrando o que vimos e fizemos. O caminho pareceu-nos mais curto. Chegando em casa ela continuava assustada e muito excitada, ficou molhada por uns tr?s dias, num fogo incessante. Transamos in?meras vezes, por fim passamos uma tarde, at? o come?o da noite, em um motel, transamos ardorosa e apaixonadamente. Deste dia em diante nos tornamos mais c?mplices e nossa rela??o mais quente. Agora planejamos outras sa?das, por?m, mais experientes, nada dever? ser no susto. S? esperamos que o escolhido seja t?o gentil e carinhoso quanto o que conhecemos nesta noite.
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