Sempre tive um tesão pela Luana, minha cunhada. Desde quando comecei a namorar sua irmã, na praia eu ficava de olho naquele corpão maravilhoso, nos seus peitões e uma boceta bem gordinha, que marcava seus lábios, me deixando louco. Varias punhetas batí em sua homenagem.
Agora, já casado e ela beirando os 40, está mais madura e mais gostosa ainda. Seu marido é um verdadeiro babaca, pois só vive reclmando dela. Mas meu tesão ainda é o mesmo. Bom, vamos aos fatos..... Num sábado pela manhã, estava eu a instalar uma webcam nova para me exibir na net, pelo msn. Como eu ouví uma conversa entre as irmãs de que ela tinha comprado um note com webcam e estava acessando o Skype, me pintou a grande idéia.....
Liguei para ela e pedí um favor.... -Será que você poderia me ajudar, pois estou tendo problemas com a configuração de minha webcam? Ela disse, claro que sim! Neste instante eu já estava com a boca toda seca e meu pau molhadinho, só de imaginar.... Aí começou toda a sacanagem.... Ela entrou no Skype e nos conectamos, e eu com a camera desligada. Ela estava com a camera habilitada e eu podia vê-la olhando o monitor para ver a minha imagem. Liberei a cam por uns instantes e desliguei para dar a impressão de que estava mesmo com problemas... e ela caiu direitinho.... Pedí para que ela mantivesse o Skype ligado pois eu tentaria trocar os "cabos" (pode?) e ver se funcionava. Ela disse que aguardaria... esta era a "deixa" que eu precisava. Agora tinha a minha cunhadinha desejada, em frente de uma cam, aguardando eu aparecer. Não deu outra, tirei a bermuda, me levantei da cadeira e ao mesmo tempo acionei o mouse já posicionado e liberei a cam. Cara, que adrenalina.... alto risco!!! A minha bunda apareceu e encheu a tela, ao mesmo tempo em que eu ia saindo e dando para ela perceber parte de meu pau.... Só ouví ela dizer: ...Xiiii ele tá pelado!!!! Eu fiquei fora do alcance da cam e via seu rosto procurando a minha imagem voltar....Até os fones de ouvido ela pôs para ouvir o ambiente.... Meu tesão cresceu ainda mais, mas tinha que manter o aspecto natural das coisas, então peguei um cabo qualquer e fui até o computador, desta vez de frente e posicionando meu cacete bem na tela e de vez em quando saindo do alcance... ela ficava procurando, com os olhinhos acesos sem piscar. Eu não presto mesmo.... Aí eu desliguei a camera de novo. Ela ficou mais curiosa ainda.. Na maior cara de pau eu voltei ao Skype e, como se nada fosse, disse que não tinha conseguido ligar a camera. Ela, com uma voz bem estranha (igual à minha) disse que não tinha problema. E eu perguntei, se ela poderia manter o Skype ligado pois eu ia ver uma solução para isso e qualquer coisa eu ligaria novamente. Ela disse que sim, e que eu poderia ficar à vontade, pois ela estava tranquila e sem fazer nada. Maravilhaaa... esta era a dica que eu queria.... Saí do computador e fui novamente para uma area em que ela não me via e acionei novamente a camera. Ela não desgrudava o olha do monitor e procurava me ver... Que tesão, minha cunhadinha com vontade de me ver nú. Mu pau latejava de tesão, escorria o lubrificante em gotas contínuas e longas.... Demorei alguns segundos e me moví para a camera e ela pôde me ver, de frente, de pau duríssimo e de corpo inteiro. Ela até passava a lingua nos lábios pois eles deviam estar sequinhos. Que tesão!! Me sentei na cadeira, de frente para ela e comecei a me acariciar e mostrar meu pau, grosso e pulsando sozinho. Neste momento eu comecei a gemer gostoso e percebí que ela me ouvia, pois deu uma ajeitadinha no fone. Vocês não podem imaginar o tamanho da emoção que eu sentí naquela hora. Tinha medo mas ao mesmo tempo não dava para recuar pois estava muuuuito bom tudo aquilo. Sentí que estava chegando a maior gozada de minha vida..... Me levantei e coloquei ele todo na tela até que veio toda aquela porra, quente e abundante, como nunca... Recebí toda a porra em minha mão e posicionei de forma que ela pudesse ver. Ela estava respirando com dificuldade e estava morrendo de tesão, com certeza. Fiquei com ele na tela, pulsando, por um longo tempo pois ele resistia em amolecer. Ela estava hipnotizada e saboreando cada instante.... Meu corpo estava todo mole e eu todo feliz.... Saí devagarinho e ela olhava sem parar... Saí da tela e aguardei para ver sua reação... Não saia da frente e esperava que eu voltasse.... Eu fui muuuuito malvado pois ... desliguei a camera... Ela ficou inconformada, mas eu achei que só aquilo já iria garantir a ela uma maravilhosa siririca. Fiquei por horas com as pernas bambas e pensando no que eu poderia fazer com ela. O restante do conto eu mandarei em breve, se vocês pedirem, é claro!
Contos Fantasias Sexuais
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Dei gostoso para meu cunhado na Fazenda
Olá estou aqui de novo pra compartilhar com vocês mais uma de minhas trepadas com meu cunhado. Sou a Mel, sou morena pele bronzeada (adoro sol), tenho 1,65 altura e 70 kilos bem distribuídos, olhos castanhos claros e puxadinhos, tenho descendência oriental, cabelos pretos, longos super cacheados, sou do tipo cheinha sarada, tenho os atributos que os homens adoram, peitos fartos e durinhos, barriguinha sarada, quadris largos, bunda grande e coxas bem grossas, alem das pernas torneadas...
Bem depois de trepar muito com meu cunhado na casa da minha irmã (vejam conto a 1ª vez que dei para meu cunhado), Combinamos de passar o final de semana trepando na Fazenda dele, o mais difícil seria convencer os meus pais que iria para fazenda com meu cunhado e a Filha dele, pois Eles sabem que sou totalmente urbana e detesto interior. Este era o meu grande desafio, mas como estava loucamente decidida a dar para ele e meter gostoso durante todo o final de semana faria qualquer sacrifício para convencer meus pais, e fui logo falar com minha mãe e informar que meu cunhado estava indo ver umas coisas na Fazenda com a Filha, uma viagem rápida voltaria no dia seguinte cedinho e como o Vinícius (meu noivo) ainda estava viajando eu iria com Eles para fugir um pouco da rotina, Ela achou estranho mas como adoram meu cunhado e confiam plenamente nele, ligou para Ele para confirmar nossa ida e saber se realmente seria uma viagem rápida e claro meu cunhadão confirmou que era uma viagem rápida em função de algumas instruções que Ele precisaria dar para os empregados. Logo avisou para minha mãe que se realmente Eu tivesse interesse em ir me arrumasse rápido que Ele me pegaria e em seguida pegaria a Filha que mora no percurso da ida para fazenda.
Não demorei, em jogar rápido uns vestidinhos e sainhas numa mochila, afinal roupas seria completamente dispensável, o nosso objetivo era mesmo meter muito e o gostoso do meu cunhado certamente iria me querer nua o tempo inteiro. era uma sexta feira meio dia, tomei um banho, hidratei meu corpo coloquei um vestidinho uma minúscula calcinha de renda e já estava prontinha esperando meu cunhado, que chegou comprimentou meus pais e falou que ficassem tranquilos que voltaríamos no dia seguinte, peguei minha mochila beijei meus pais e falei que aquela viagem seria ótima para mim, pois estava morrendo de saudades do Vinicius e Ele ainda ficaria uma semana fora.
Era uma sexta-feira por volta de duas horas, nos despedimos e meu cunhado informou que passaríamos para buscar a Filha, que para nossa sorte havia viajado com a mãe para a casa dos avós maternos e só voltariam dois dias depois, meus pais não tinham como descobrir. Assim que saímos do quarteirão Ele parou o carro e me deu um beijo delicioso e foi me falando que não via a hora de chegarmos na Fazendo pois estava louco para comer minha buceta novamente, pois tinha ficado a semana inteira sentindo o sabor e o cheiro da minha bucetinha por toda a casa... que delícia peguei a mão dele e enfiei dentro de minha calcinha e falei bem dengosa no ouvido dele, sente Ela meu cunhadinho, veja como ela tá molhadinha e babando pelo seu CACETE GOSTOSO... meu macho gostoso agora minha bucetinha é todinha sua e como o Vini, não está aqui vc vai ter que saciá-la... Isso cunhadinha é claro que sua xaninha é todinha minha eu vou adorar meter nela sempre enquanto o bobão do seu noivo estiver fora... é por isso que tou te levando para fazenda, lá eu vou te arrombar todinha em cada canto da fazenda... hummmmmmmmm como eu quero... me fala como voce vai me fuder fala meu amor... Ele foi enfiando os dedos na minha buceta molhada, me beijando gostoso e falando calma minha princesa o final de semana é nosso amanhã ligamos para seus pais e informamos que não dar para voltarmos e vamos ficar até o domingo. E lá fomos nós, nos tocando, trocandos beijos ardente até que chegamos a Fazenda mais ou menos 1/2 de viagem, fomos recepcionados pelos caseiros, um casal bem maduro que já trabalhavam com a família dele a mais de 30 anos, fui apresentada a Eles como sua filha do seu primeiro casamento (o que não era nenhum absurdo pois Ele realmente tinha uma filha com minha idade que tinha ido a fazenda ainda quando adolescente), perguntaram por sua esposa (minha irmã) e Ele já informou que estava viajando e que tinha me levado pq eu estava rebelde, dando trabalho para minha mãe e Ele precisava conversar comigo e se preciso me dar umas palmadas e a Fazenda era o lugar certo longe de tudo para conversarmos. Uffa fiquei excitada com tudo aquilo pois afinal Ele me levou para Fazenda para meter na minha buceta sem nenhuma preocupação... Avisou para D. Maria fazer fazer um jantar gostoso para noite pois iríamos fazer um passeio a cavalo e dar uma volta pela fazenda... perguntei se Ele tava louco falar que Eu era sua filha, Ele me respondeu estou completamente louco por sua bucetinha e vou fudê-la até vc não aguentar mais... vou fazer de você minha eguinha e vou montar em vc feito um cavalo minha putinha e vc vai adorar... ah então começa me comer logo pervertido... vamos pro passeio e Logo um peão trouxe dois cavalos adestrados, um celado e outro sem cela e Ele me falou que eu iria montar no cavalo sem cela que era um castigo para machucar bem minha bucetinha no lombo do cavalo enquanto galopava e em seguida Ele me faria uma surpresa.... hummmmm que delícia adorei a ideia e já fui montando rapidamente e seguimos o nosso passeio num trote bem gostoso minha buceta ralando no lombo do cavalo, que delícia aquele pelo áspero ralando e machucando minha buceta... circulamos para fazenda juntinhos Ele me falando o quanto planejou cada detalhe do nosso delicioso fina de semana me deixando cada vez mais excitada, vamos princesa quero que vc veja uma coisa e me levou em direção a uma colcheira, ou curral, local onde alimentava os cavalos bem afastado da casa grande, chegamos lá e havia presa uma égua bem novinha completamente agitada e Ele foi me falando que havia pedido para prendê-la pois Ela estava no cio pela 1ª vez e queria que eu visse o cavalo montando nela enquanto Ele ia comer minha buceta alí mesmo... foi tirando a cela do cavalo que montava e soltou dentro do curral que loucura nunca tinha visto aquilo... o cavalo foi para cima da égua mordendo-a e montando selvageriamente na buceta dela que relinchava muito... que cena deliciosa... nossa que pau ENORME o cavalo metia tudo dentro daquela potranca novinha fiquei louca excitada e falei para meu cunhado vem comer minha BUCETA vemmmmmmm!!!!! vem ser meu cavalo gostoso!!!! Eu QUERO se sua EGUINHA.... FODE MINHA BUCETA AGORA FODE...ele arrancou meu vestido fora e veio para cima... vem cá minha putinha vem... eu sabia que vocêia adorar me dar como aquela égua... me jogou em cima de um colcho de cimento e começou mamar em minhas tetas bem duras... que delícia foi decendo afastou minha calcinha minuscula e falou que minha bucetinha já estava toda inchadinha e cheia de pelos do cavalo, bem molhadinha e falou sua puta vc gozou no lombo do cavalo não foi.. agora vc vai gozar no CACETE do se macho.... e fui pincelando aquela pica deliciosa na entrada de minha xota.... hummmmmmmmm QUE GOSTOSO... ADORO seu CACETE meu amante delicioso ATOLA ESSA PICA na minha xotinha atola... Ele foi batendo aquele masrto e dizendo primeiro preciso surrar essa xotinha para vc saber que você é minha e que vou bater nela sempre... Ahhhhhhhh que delícia... Enquanto Ele tá batendo em minha buceta percebo umas pisada e de repente para do nosso lado um peão que espantado fala PATRÃO vc trouxe uma putinha para comer aqui... nossa fiquei ainda mais louca e excitada com a possibilidade daquele homem permanecer ali assistindo o meu cunhado fudendo a minha buceta!!!! E meu cunhado foi falando isso mesmo veja como Ela é gostosa.. olha que bucetinha deliciosa mal cabe o meu cacete... HUMMMMMMMMM Que GOSTOSO isso meu amor mostra para Ele que minha bucetinha é sua e que você mete nela gostoso e arromba ela todinha.... Hummmmmmmmmm... nossa Ela é muito gostosa patrão mete dentro dela vai... Eu quero vê se Ela aguenta... Ele não perdeu tempo foi enfiando a cabeçona do pau com força e abindo minha buceta... hummmm isso GOSTOSO... COME MINHA BUCETA VAI pervertido... Que ROLA deliciosa me faz sua eguinha vaiiii.... Isso cachorra vem cá fica de quatro quero arrombar essa xana deliciosa agora me virei fiquei de quatro com a perna em cima do cocheira enquanto Ele foi atolando aquele mastro delicioso e arrombando minha buceta deliciosamente... hummmmmmmmmmmmmmm, aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que delicia não para vai.... mete com força meu amor... é assim que você gosta vagabunda... essa buceta tá no cio igual aquela égua mais eu vou baixar o fogo dela com minha PICA.... morde meu cacete sua puta... mostra como vc é vadia Vai CACHORRA GOZA no meu PAU.... hummmmmmm... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isso goza cadela.. agora vou gozar na sua buceta e enche-la com minha porra........... uffa que delícia me virei e nos beijamos apaixonadamente... o peão tava batendo uma punheta do nosso lado e falou PATRÃO com todo respeito que bucetinha deliciosa essa putinha tem não aguentei e bati uma, comovido com a situação do peão o meu amante delicioso me perguntou se eu permitia Ele dar uma chupada na minha buceta lambuzada com sua porra, não pude negar abri bem minhas pernas e falei vem cá chupa minha bucetinha vai.. só chupar pq meter só mesmo o meu cunhado e meu noivo, os eternos donos de minha buceta. Ele chupou gostoso e saiu maravilhado...
Continuo metendo com meu cunhado em breve postarei novos contos...
Super obrigada pelos comentários do outro conto e se gostarem postem comentários... Espero que me entendam não retornar aos e-mail's, preciso me preservar e além do meu NOIVO só meu cunhado continuará metendo na minha BUCETA.
Bem depois de trepar muito com meu cunhado na casa da minha irmã (vejam conto a 1ª vez que dei para meu cunhado), Combinamos de passar o final de semana trepando na Fazenda dele, o mais difícil seria convencer os meus pais que iria para fazenda com meu cunhado e a Filha dele, pois Eles sabem que sou totalmente urbana e detesto interior. Este era o meu grande desafio, mas como estava loucamente decidida a dar para ele e meter gostoso durante todo o final de semana faria qualquer sacrifício para convencer meus pais, e fui logo falar com minha mãe e informar que meu cunhado estava indo ver umas coisas na Fazenda com a Filha, uma viagem rápida voltaria no dia seguinte cedinho e como o Vinícius (meu noivo) ainda estava viajando eu iria com Eles para fugir um pouco da rotina, Ela achou estranho mas como adoram meu cunhado e confiam plenamente nele, ligou para Ele para confirmar nossa ida e saber se realmente seria uma viagem rápida e claro meu cunhadão confirmou que era uma viagem rápida em função de algumas instruções que Ele precisaria dar para os empregados. Logo avisou para minha mãe que se realmente Eu tivesse interesse em ir me arrumasse rápido que Ele me pegaria e em seguida pegaria a Filha que mora no percurso da ida para fazenda.
Não demorei, em jogar rápido uns vestidinhos e sainhas numa mochila, afinal roupas seria completamente dispensável, o nosso objetivo era mesmo meter muito e o gostoso do meu cunhado certamente iria me querer nua o tempo inteiro. era uma sexta feira meio dia, tomei um banho, hidratei meu corpo coloquei um vestidinho uma minúscula calcinha de renda e já estava prontinha esperando meu cunhado, que chegou comprimentou meus pais e falou que ficassem tranquilos que voltaríamos no dia seguinte, peguei minha mochila beijei meus pais e falei que aquela viagem seria ótima para mim, pois estava morrendo de saudades do Vinicius e Ele ainda ficaria uma semana fora.
Era uma sexta-feira por volta de duas horas, nos despedimos e meu cunhado informou que passaríamos para buscar a Filha, que para nossa sorte havia viajado com a mãe para a casa dos avós maternos e só voltariam dois dias depois, meus pais não tinham como descobrir. Assim que saímos do quarteirão Ele parou o carro e me deu um beijo delicioso e foi me falando que não via a hora de chegarmos na Fazendo pois estava louco para comer minha buceta novamente, pois tinha ficado a semana inteira sentindo o sabor e o cheiro da minha bucetinha por toda a casa... que delícia peguei a mão dele e enfiei dentro de minha calcinha e falei bem dengosa no ouvido dele, sente Ela meu cunhadinho, veja como ela tá molhadinha e babando pelo seu CACETE GOSTOSO... meu macho gostoso agora minha bucetinha é todinha sua e como o Vini, não está aqui vc vai ter que saciá-la... Isso cunhadinha é claro que sua xaninha é todinha minha eu vou adorar meter nela sempre enquanto o bobão do seu noivo estiver fora... é por isso que tou te levando para fazenda, lá eu vou te arrombar todinha em cada canto da fazenda... hummmmmmmmm como eu quero... me fala como voce vai me fuder fala meu amor... Ele foi enfiando os dedos na minha buceta molhada, me beijando gostoso e falando calma minha princesa o final de semana é nosso amanhã ligamos para seus pais e informamos que não dar para voltarmos e vamos ficar até o domingo. E lá fomos nós, nos tocando, trocandos beijos ardente até que chegamos a Fazenda mais ou menos 1/2 de viagem, fomos recepcionados pelos caseiros, um casal bem maduro que já trabalhavam com a família dele a mais de 30 anos, fui apresentada a Eles como sua filha do seu primeiro casamento (o que não era nenhum absurdo pois Ele realmente tinha uma filha com minha idade que tinha ido a fazenda ainda quando adolescente), perguntaram por sua esposa (minha irmã) e Ele já informou que estava viajando e que tinha me levado pq eu estava rebelde, dando trabalho para minha mãe e Ele precisava conversar comigo e se preciso me dar umas palmadas e a Fazenda era o lugar certo longe de tudo para conversarmos. Uffa fiquei excitada com tudo aquilo pois afinal Ele me levou para Fazenda para meter na minha buceta sem nenhuma preocupação... Avisou para D. Maria fazer fazer um jantar gostoso para noite pois iríamos fazer um passeio a cavalo e dar uma volta pela fazenda... perguntei se Ele tava louco falar que Eu era sua filha, Ele me respondeu estou completamente louco por sua bucetinha e vou fudê-la até vc não aguentar mais... vou fazer de você minha eguinha e vou montar em vc feito um cavalo minha putinha e vc vai adorar... ah então começa me comer logo pervertido... vamos pro passeio e Logo um peão trouxe dois cavalos adestrados, um celado e outro sem cela e Ele me falou que eu iria montar no cavalo sem cela que era um castigo para machucar bem minha bucetinha no lombo do cavalo enquanto galopava e em seguida Ele me faria uma surpresa.... hummmmm que delícia adorei a ideia e já fui montando rapidamente e seguimos o nosso passeio num trote bem gostoso minha buceta ralando no lombo do cavalo, que delícia aquele pelo áspero ralando e machucando minha buceta... circulamos para fazenda juntinhos Ele me falando o quanto planejou cada detalhe do nosso delicioso fina de semana me deixando cada vez mais excitada, vamos princesa quero que vc veja uma coisa e me levou em direção a uma colcheira, ou curral, local onde alimentava os cavalos bem afastado da casa grande, chegamos lá e havia presa uma égua bem novinha completamente agitada e Ele foi me falando que havia pedido para prendê-la pois Ela estava no cio pela 1ª vez e queria que eu visse o cavalo montando nela enquanto Ele ia comer minha buceta alí mesmo... foi tirando a cela do cavalo que montava e soltou dentro do curral que loucura nunca tinha visto aquilo... o cavalo foi para cima da égua mordendo-a e montando selvageriamente na buceta dela que relinchava muito... que cena deliciosa... nossa que pau ENORME o cavalo metia tudo dentro daquela potranca novinha fiquei louca excitada e falei para meu cunhado vem comer minha BUCETA vemmmmmmm!!!!! vem ser meu cavalo gostoso!!!! Eu QUERO se sua EGUINHA.... FODE MINHA BUCETA AGORA FODE...ele arrancou meu vestido fora e veio para cima... vem cá minha putinha vem... eu sabia que vocêia adorar me dar como aquela égua... me jogou em cima de um colcho de cimento e começou mamar em minhas tetas bem duras... que delícia foi decendo afastou minha calcinha minuscula e falou que minha bucetinha já estava toda inchadinha e cheia de pelos do cavalo, bem molhadinha e falou sua puta vc gozou no lombo do cavalo não foi.. agora vc vai gozar no CACETE do se macho.... e fui pincelando aquela pica deliciosa na entrada de minha xota.... hummmmmmmmm QUE GOSTOSO... ADORO seu CACETE meu amante delicioso ATOLA ESSA PICA na minha xotinha atola... Ele foi batendo aquele masrto e dizendo primeiro preciso surrar essa xotinha para vc saber que você é minha e que vou bater nela sempre... Ahhhhhhhh que delícia... Enquanto Ele tá batendo em minha buceta percebo umas pisada e de repente para do nosso lado um peão que espantado fala PATRÃO vc trouxe uma putinha para comer aqui... nossa fiquei ainda mais louca e excitada com a possibilidade daquele homem permanecer ali assistindo o meu cunhado fudendo a minha buceta!!!! E meu cunhado foi falando isso mesmo veja como Ela é gostosa.. olha que bucetinha deliciosa mal cabe o meu cacete... HUMMMMMMMMM Que GOSTOSO isso meu amor mostra para Ele que minha bucetinha é sua e que você mete nela gostoso e arromba ela todinha.... Hummmmmmmmmm... nossa Ela é muito gostosa patrão mete dentro dela vai... Eu quero vê se Ela aguenta... Ele não perdeu tempo foi enfiando a cabeçona do pau com força e abindo minha buceta... hummmm isso GOSTOSO... COME MINHA BUCETA VAI pervertido... Que ROLA deliciosa me faz sua eguinha vaiiii.... Isso cachorra vem cá fica de quatro quero arrombar essa xana deliciosa agora me virei fiquei de quatro com a perna em cima do cocheira enquanto Ele foi atolando aquele mastro delicioso e arrombando minha buceta deliciosamente... hummmmmmmmmmmmmmm, aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que delicia não para vai.... mete com força meu amor... é assim que você gosta vagabunda... essa buceta tá no cio igual aquela égua mais eu vou baixar o fogo dela com minha PICA.... morde meu cacete sua puta... mostra como vc é vadia Vai CACHORRA GOZA no meu PAU.... hummmmmmm... aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, isso goza cadela.. agora vou gozar na sua buceta e enche-la com minha porra........... uffa que delícia me virei e nos beijamos apaixonadamente... o peão tava batendo uma punheta do nosso lado e falou PATRÃO com todo respeito que bucetinha deliciosa essa putinha tem não aguentei e bati uma, comovido com a situação do peão o meu amante delicioso me perguntou se eu permitia Ele dar uma chupada na minha buceta lambuzada com sua porra, não pude negar abri bem minhas pernas e falei vem cá chupa minha bucetinha vai.. só chupar pq meter só mesmo o meu cunhado e meu noivo, os eternos donos de minha buceta. Ele chupou gostoso e saiu maravilhado...
Continuo metendo com meu cunhado em breve postarei novos contos...
Super obrigada pelos comentários do outro conto e se gostarem postem comentários... Espero que me entendam não retornar aos e-mail's, preciso me preservar e além do meu NOIVO só meu cunhado continuará metendo na minha BUCETA.
Mulheres casadas também fazem loucuras
Oooi... Aqui...?
- Sim... Pois não?
- A outra mocinha está ali na entrada?
- Não... Ela foi devolver algumas peças nos cabides. Posso ajudá-la?
- Claro... Eu não estou conseguindo tirar esta blusa... Acho que o zíper emperrou!
- Aaah, sim... Deixe-me tentar?
- Vem aqui, gracinha! Você é tão linda, sabia?
A mulher fechou rapidamente a cortina do provador e me agarrou. Beijou-me na boca... De língua. (risos) Acabei correspondendo-a! Em seguida, comecei a gritar:
- Aaai... Socorro! Aaai!
- Fique quieta... Calma... Calma! Eu só quero te sentir um pouquinho.
- Me solta... Me solta?
- Fique calma... Não grite! (risos)
- A senhora é looouca?
- Looouca por você, menina!
- Me solta?
- Fique calma? Eu não irei te fazer mal!
- Eu estou trabalhando!
- Eu sei... Tenho vindo aqui na loja e não consigo mais apenas te olhar... Quero te conhecer melhor!
- Meu Deus... Mas de onde a senhora tirou esta idéia?
- A senhora está no céu, benzinho! Meu nome é Doraci... Pode me chamar de Dora.
- Me solta?
- Promete que não irá gritar e nem me denunciar?
- Não sei. Me solta?
- Promete?
- Tá bom... Então me solta?
- Está bem... Pronto.
Eu suava frio, meu coração quase saindo pela boca, tremia dos pés à cabeça e nem sabia mais onde estava. A cliente havia me deixado tonta dentro do provador! Ela me olhava nos olhos e parecia saber muita coisa de mim. Confesso que tinha gostado do beijo... E da abordagem também. Diferente... Interessante! Mas tomei um baita susto... Meu Deus! A mulher continuou:
- Quer sair comigo?
- Sair com a senhora? Ou melhor, sair contigo, Dora?
- Ficou melhor assim! Sim, benzinho... Podemos sair e nos conhecer melhor. Topa?
- Não sei... Eu sou casada!
- Também sou casada. É problema pra você?
- Não por isso.
- Então... Vamos sair?
- Mas eu nem lhe conheço. Porque sair contigo?
- Porque eu quero e você também, docinho.
- Eu quero?
- Sim... Tanto quanto eu! (risos)
- Não é bem assim! (risos)
- É sim. Vamos sair?
- Mas...
- Hoje?
- Hoje não dá.
- Amanhã?
- Nem sei mais!
- Ti espero às 22h no estacionamento do shopping?
- Eu não posso chegar tarde. Tenho marido... Filhos!
- Nem eu!
- Não sei.
- Eu estarei num carro prata, à sua direita. Piscarei faróis pra você me ver.
- Eu nem disse sim.
- Amanhã na saída do shopping.
- Você é insistente, não é?
- Agora vá... Poderão nos notar aqui! Antes, me dê mais um beijo?
- Não chegue perto de mim.
- Tudo bem... Então vá, docinho! Beijos. Ti espero.
Eu saí do provador, falei com minha colega de trabalho e fui direto para o banheiro. Acho que ninguém notou o ocorrido... A loja estava vazia naquele momento... Graças a Deus! Entrei numa cabine e fiquei me recompondo. Parecia estar sonhando! Sentei-me no vaso sanitário de roupas mesmo e fiquei pensando no que tinha acontecido. Sentia medo e ao mesmo tempo atraída pela cliente. Ela tinha planejado a abordagem. Foi corajosa! Arriscou ser denunciada por atentado ao pudor. Eu não conseguia sentir raiva dela. Mulher bonita... Cheirosa! Pele branca. Cabelos compridos, lisos, loiros. Olhos esverdeados. Lábios macios e batom rosa. Brincos de argolas dourados. Seios e quadril grandes. Corpo quente. Voraz e impetuosa! Pra falar a verdade, nem me lembro como ela estava vestida.
Acalmei-me e sentia meu corpo quente. Meus seios estavam com os bicos duros e o clitóris pulsava ora e outra. O cheiro do creme e o perfume ficaram no meu corpo. O sabor do beijo roubado é inesquecível! Um ano atrás, prestes a ter minha primeira experiência com mulher.
Meu nome é Patrícia, 29 anos, casada, branca, 1,56m, 60 Kg, olhos e cabelos pretos, abaixo dos ombros, ondulados, seios e quadril médios, pernas grossas e lisas. Tenho dois meninos e amo meu marido. Estou relatando como conheci Doraci, na loja em que trabalho. Sou balconista. Empresa grande e que tem slogan De mulher pra mulher. O shopping fica na região do Alto Tietê, grande São Paulo.
Agora também somos moderninhas... A gente, de vez em quando, fica! (risos) Doraci, 40 anos, casada, branca, 1,62m, 55 Kg, olhos verdes, cabelos loiros, compridos, lisos, seios e quadril grandes, pernas grossas e lisas. Ela é um tesão de mulher... Deixa-me doooida! Dora tem um menino e duas meninas. Ama seu maridão. (melhor assim ? risos)
No dia seguinte, acordei ansiosa pelo que poderia acontecer ao sair do trabalho. Excitada, fui pra cima do meu marido. Fizemos amor bem gostoso! O dia passou. Mantive sigilo para minhas amigas do trabalho e pedi pra sair uns 5 minutos mais cedo. Na saída principal do shopping, olhei para o lado direito. Fiquei ali parada e achei que tinha tomado um bolo! Instantes depois... Avistei faróis piscando. Alívio! Aproximei-me do carro prata e com vidros filmados. Dora abaixou o vidro do passageiro e abriu belo sorriso ao me olhar... Ameeei! Entrei no carro e saímos imediatamente dali.
Saímos do shopping e ela parou o carro. Beijamo-nos, loucamente, ao som Bruno Mars, Talking to the moon. Dora me apertava contra a porta e chupava meus lábios da boca. Ora o superior... Ora o inferior! A língua deslizava por eles e invadia lentamente minha boca sedenta. Saborosos beijos! Chupava minha língua enquanto suas mãos me aqueciam rapidamente. Cheirosa... Manhosa... Uma gata! Faces se tocando e a respiração acelerada denunciando nosso clima de sedução. Abri os braços e a apertei contra meu corpo. Dora estava quente e seus seios amassavam-se nos meus. Olhos entreabertos e línguas se juntando sem parar. Logo, disse-me olhando, coladinha em mim:
- Menina... Você é uma loucura! Vamos sair daqui?
- Agora!
Na entrada do motel Primavera, a recepcionista nos olhou. Aaai, que vergonha! (risos) Pediu-nos documentos. Sorrimos e começamos a procurar nas bolsas. Ríamos sem parar! A recepcionista nos liberou a entrada mesmo sem documentos. (risos) Assim que entramos, Dora desligou o carro e fechou a garagem. Invadimos o quarto num agarra-agarra fantástico!
Ela me pegava por trás e me puxava contra seu corpo bem gostoso. Fechou a porta do quarto e me juntou na parede. Eu gemia nos braços dela. Dora lambia meu pescoço e as orelhas. Tirou a blusinha e abaixou minha legging preta. Depois meu sutiã. Apertava-me na parede e descia lambendo meus seios, os bicos duros, a barriga e cheirou-me na calcinha branca de algodão. Eu sentia a língua percorrendo-me na xana. Maravilhosa! Puxei-a para me beijar ainda mais. Beijos gostosos... Língua com língua! Ela esfregava seu joelho na minha lingerie. Ficamos loucas de tesão. Tirei a blusinha rosa e o colar que ela usava. Arranquei a saia preta. Caleçon preto. Dora jogou-me na cama. Ficou sobre meu corpo e começamos a nos esfregar. Loucura! Os cabelos pinicavam-me e ela os jogava, a todo instante, para os lados. Cheirosos demais! Dora gemia tão gostoso no meu pescoço e nas minhas costas que fiquei super molhada. Meu corpo queimava. Seios inchados. Contrações cada vez mais fortes doíam minha xana. Eu gemia nos braços da cliente! A xana dela esfregando na minha tava super gostoso... Gozamos na calcinha!
Dora levantou os peitos sobre meu rosto. Balançavam... Lindos! Ofereceu-me. Abocanhei um... Depois outro. Ela lambia-me nos seios e apertava-me nos bicos com as pontas dos dedos. Adorei! Cheirava-me a todo instante. Abaixou minha calcinha e me virou de bruços. Roçou os bicos dos seios nas minhas costas. Lambeu. Mordeu. Quando a língua entrou na fenda do meu bumbum, e passou nos meus orifícios, gozei ainda mais! Dora lambia e se fartava no meu sexo. Língua entrona. Molhada. Sapeca! Deu tapinhas no meu bumbum e pediu-me para erguer o quadril. Abriu as bandas e enfiou a língua no meu cu... Depois na boceta! Chupou-me no grelo e gozei de novo! Escorregou-se por baixo de mim e ofereceu-me o sexo. Abaixei a calcinha preta e a abocanhei, sem medo. Adorei o cheiro que exalava! Passei a língua entre os lábios. Sabor azedinho... Salgadinho... Picante! Lambuzei-me no gozo dela. Eu sentia dedos finos e macios me comendo enquanto abria as pernas dela e fazia o mesmo. Clitóris durinho pulsava na minha língua! Lábios excitados eu puxava com lábios da boca. Mordisquei-a nas coxas e ela se contorcia toda. Gemia manhosamente... Nem parecia a mulher voraz que me atacou na loja... Tava mais para gatinha manhosa! (risos)
Eu sentia o calor da boca dela na minha bunda. Fiquei arrepiada! Entraram dedos na minha boceta e até no cu. A língua circulava na minha xana e entrava cada vez mais. Gulosa! Doraci apertava-me na bunda e lambia tuuudo. Os lábios da boca encaixavam-se, maravilhosamente, na entrada da minha boceta. Sugava-me no grelo. Via estrelas... Mulher gostosa demais! Quando colocou o quadril sobre meu rosto, fiquei encantada! Bumbum grande, redondo, liso, durinho e carnudo. Coxas grossas. A xoxota toda lisinha era um convite ao pecado! O cuzinho indefeso eu queria lamber! Bundão gostoso. Brincos me espetavam nas coxas e os seios me pressionavam na barriga. Corpo quente... Fiquei looouca de desejos! Cheiro de mulher. Sabor de mulher. Carícias de mulher. Corpo de mulher. Eu sou fascinada pelo corpo feminino. Grudei na xana e no rabo que a deixei doloridinha! (risos)
Beijamo-nos loucamente enquanto nos esfregávamos como duas loucas sobre a cama. Lençol amassado, molhado de gozo, cabelos caídos e marcas de batom davam a sensação que havia tido uma revolução no quarto a meia luz. Som ambiente ao toque do nosso momento íntimo. Dora abriu as pernas e encaixou a xana na minha. Me comeu bem gostoso! Sentia lábios me penetrando e o grelo esfregando no meu. Uaaau... Fiquei molinha nos braços da fêmea sedutora! Ficamos coladinhas e nos olhando enquanto nossos líquidos se misturavam no balanço frenético dos nossos corpos excitados e suados. Beijos de língua e carícias no rosto, cabelos e seios. Muito gostoso! Abraçadas e ofegantes enquanto as contrações tremiam nossos corpos em gozo pleno. Caímos exaustas sobre a cama macia. Abraçadas. Pedimos bis!
De lá para cá, estamos ficando e nos curtindo cada vez mais. É mágico! Até quando? Só Deus sabe.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.
- Sim... Pois não?
- A outra mocinha está ali na entrada?
- Não... Ela foi devolver algumas peças nos cabides. Posso ajudá-la?
- Claro... Eu não estou conseguindo tirar esta blusa... Acho que o zíper emperrou!
- Aaah, sim... Deixe-me tentar?
- Vem aqui, gracinha! Você é tão linda, sabia?
A mulher fechou rapidamente a cortina do provador e me agarrou. Beijou-me na boca... De língua. (risos) Acabei correspondendo-a! Em seguida, comecei a gritar:
- Aaai... Socorro! Aaai!
- Fique quieta... Calma... Calma! Eu só quero te sentir um pouquinho.
- Me solta... Me solta?
- Fique calma... Não grite! (risos)
- A senhora é looouca?
- Looouca por você, menina!
- Me solta?
- Fique calma? Eu não irei te fazer mal!
- Eu estou trabalhando!
- Eu sei... Tenho vindo aqui na loja e não consigo mais apenas te olhar... Quero te conhecer melhor!
- Meu Deus... Mas de onde a senhora tirou esta idéia?
- A senhora está no céu, benzinho! Meu nome é Doraci... Pode me chamar de Dora.
- Me solta?
- Promete que não irá gritar e nem me denunciar?
- Não sei. Me solta?
- Promete?
- Tá bom... Então me solta?
- Está bem... Pronto.
Eu suava frio, meu coração quase saindo pela boca, tremia dos pés à cabeça e nem sabia mais onde estava. A cliente havia me deixado tonta dentro do provador! Ela me olhava nos olhos e parecia saber muita coisa de mim. Confesso que tinha gostado do beijo... E da abordagem também. Diferente... Interessante! Mas tomei um baita susto... Meu Deus! A mulher continuou:
- Quer sair comigo?
- Sair com a senhora? Ou melhor, sair contigo, Dora?
- Ficou melhor assim! Sim, benzinho... Podemos sair e nos conhecer melhor. Topa?
- Não sei... Eu sou casada!
- Também sou casada. É problema pra você?
- Não por isso.
- Então... Vamos sair?
- Mas eu nem lhe conheço. Porque sair contigo?
- Porque eu quero e você também, docinho.
- Eu quero?
- Sim... Tanto quanto eu! (risos)
- Não é bem assim! (risos)
- É sim. Vamos sair?
- Mas...
- Hoje?
- Hoje não dá.
- Amanhã?
- Nem sei mais!
- Ti espero às 22h no estacionamento do shopping?
- Eu não posso chegar tarde. Tenho marido... Filhos!
- Nem eu!
- Não sei.
- Eu estarei num carro prata, à sua direita. Piscarei faróis pra você me ver.
- Eu nem disse sim.
- Amanhã na saída do shopping.
- Você é insistente, não é?
- Agora vá... Poderão nos notar aqui! Antes, me dê mais um beijo?
- Não chegue perto de mim.
- Tudo bem... Então vá, docinho! Beijos. Ti espero.
Eu saí do provador, falei com minha colega de trabalho e fui direto para o banheiro. Acho que ninguém notou o ocorrido... A loja estava vazia naquele momento... Graças a Deus! Entrei numa cabine e fiquei me recompondo. Parecia estar sonhando! Sentei-me no vaso sanitário de roupas mesmo e fiquei pensando no que tinha acontecido. Sentia medo e ao mesmo tempo atraída pela cliente. Ela tinha planejado a abordagem. Foi corajosa! Arriscou ser denunciada por atentado ao pudor. Eu não conseguia sentir raiva dela. Mulher bonita... Cheirosa! Pele branca. Cabelos compridos, lisos, loiros. Olhos esverdeados. Lábios macios e batom rosa. Brincos de argolas dourados. Seios e quadril grandes. Corpo quente. Voraz e impetuosa! Pra falar a verdade, nem me lembro como ela estava vestida.
Acalmei-me e sentia meu corpo quente. Meus seios estavam com os bicos duros e o clitóris pulsava ora e outra. O cheiro do creme e o perfume ficaram no meu corpo. O sabor do beijo roubado é inesquecível! Um ano atrás, prestes a ter minha primeira experiência com mulher.
Meu nome é Patrícia, 29 anos, casada, branca, 1,56m, 60 Kg, olhos e cabelos pretos, abaixo dos ombros, ondulados, seios e quadril médios, pernas grossas e lisas. Tenho dois meninos e amo meu marido. Estou relatando como conheci Doraci, na loja em que trabalho. Sou balconista. Empresa grande e que tem slogan De mulher pra mulher. O shopping fica na região do Alto Tietê, grande São Paulo.
Agora também somos moderninhas... A gente, de vez em quando, fica! (risos) Doraci, 40 anos, casada, branca, 1,62m, 55 Kg, olhos verdes, cabelos loiros, compridos, lisos, seios e quadril grandes, pernas grossas e lisas. Ela é um tesão de mulher... Deixa-me doooida! Dora tem um menino e duas meninas. Ama seu maridão. (melhor assim ? risos)
No dia seguinte, acordei ansiosa pelo que poderia acontecer ao sair do trabalho. Excitada, fui pra cima do meu marido. Fizemos amor bem gostoso! O dia passou. Mantive sigilo para minhas amigas do trabalho e pedi pra sair uns 5 minutos mais cedo. Na saída principal do shopping, olhei para o lado direito. Fiquei ali parada e achei que tinha tomado um bolo! Instantes depois... Avistei faróis piscando. Alívio! Aproximei-me do carro prata e com vidros filmados. Dora abaixou o vidro do passageiro e abriu belo sorriso ao me olhar... Ameeei! Entrei no carro e saímos imediatamente dali.
Saímos do shopping e ela parou o carro. Beijamo-nos, loucamente, ao som Bruno Mars, Talking to the moon. Dora me apertava contra a porta e chupava meus lábios da boca. Ora o superior... Ora o inferior! A língua deslizava por eles e invadia lentamente minha boca sedenta. Saborosos beijos! Chupava minha língua enquanto suas mãos me aqueciam rapidamente. Cheirosa... Manhosa... Uma gata! Faces se tocando e a respiração acelerada denunciando nosso clima de sedução. Abri os braços e a apertei contra meu corpo. Dora estava quente e seus seios amassavam-se nos meus. Olhos entreabertos e línguas se juntando sem parar. Logo, disse-me olhando, coladinha em mim:
- Menina... Você é uma loucura! Vamos sair daqui?
- Agora!
Na entrada do motel Primavera, a recepcionista nos olhou. Aaai, que vergonha! (risos) Pediu-nos documentos. Sorrimos e começamos a procurar nas bolsas. Ríamos sem parar! A recepcionista nos liberou a entrada mesmo sem documentos. (risos) Assim que entramos, Dora desligou o carro e fechou a garagem. Invadimos o quarto num agarra-agarra fantástico!
Ela me pegava por trás e me puxava contra seu corpo bem gostoso. Fechou a porta do quarto e me juntou na parede. Eu gemia nos braços dela. Dora lambia meu pescoço e as orelhas. Tirou a blusinha e abaixou minha legging preta. Depois meu sutiã. Apertava-me na parede e descia lambendo meus seios, os bicos duros, a barriga e cheirou-me na calcinha branca de algodão. Eu sentia a língua percorrendo-me na xana. Maravilhosa! Puxei-a para me beijar ainda mais. Beijos gostosos... Língua com língua! Ela esfregava seu joelho na minha lingerie. Ficamos loucas de tesão. Tirei a blusinha rosa e o colar que ela usava. Arranquei a saia preta. Caleçon preto. Dora jogou-me na cama. Ficou sobre meu corpo e começamos a nos esfregar. Loucura! Os cabelos pinicavam-me e ela os jogava, a todo instante, para os lados. Cheirosos demais! Dora gemia tão gostoso no meu pescoço e nas minhas costas que fiquei super molhada. Meu corpo queimava. Seios inchados. Contrações cada vez mais fortes doíam minha xana. Eu gemia nos braços da cliente! A xana dela esfregando na minha tava super gostoso... Gozamos na calcinha!
Dora levantou os peitos sobre meu rosto. Balançavam... Lindos! Ofereceu-me. Abocanhei um... Depois outro. Ela lambia-me nos seios e apertava-me nos bicos com as pontas dos dedos. Adorei! Cheirava-me a todo instante. Abaixou minha calcinha e me virou de bruços. Roçou os bicos dos seios nas minhas costas. Lambeu. Mordeu. Quando a língua entrou na fenda do meu bumbum, e passou nos meus orifícios, gozei ainda mais! Dora lambia e se fartava no meu sexo. Língua entrona. Molhada. Sapeca! Deu tapinhas no meu bumbum e pediu-me para erguer o quadril. Abriu as bandas e enfiou a língua no meu cu... Depois na boceta! Chupou-me no grelo e gozei de novo! Escorregou-se por baixo de mim e ofereceu-me o sexo. Abaixei a calcinha preta e a abocanhei, sem medo. Adorei o cheiro que exalava! Passei a língua entre os lábios. Sabor azedinho... Salgadinho... Picante! Lambuzei-me no gozo dela. Eu sentia dedos finos e macios me comendo enquanto abria as pernas dela e fazia o mesmo. Clitóris durinho pulsava na minha língua! Lábios excitados eu puxava com lábios da boca. Mordisquei-a nas coxas e ela se contorcia toda. Gemia manhosamente... Nem parecia a mulher voraz que me atacou na loja... Tava mais para gatinha manhosa! (risos)
Eu sentia o calor da boca dela na minha bunda. Fiquei arrepiada! Entraram dedos na minha boceta e até no cu. A língua circulava na minha xana e entrava cada vez mais. Gulosa! Doraci apertava-me na bunda e lambia tuuudo. Os lábios da boca encaixavam-se, maravilhosamente, na entrada da minha boceta. Sugava-me no grelo. Via estrelas... Mulher gostosa demais! Quando colocou o quadril sobre meu rosto, fiquei encantada! Bumbum grande, redondo, liso, durinho e carnudo. Coxas grossas. A xoxota toda lisinha era um convite ao pecado! O cuzinho indefeso eu queria lamber! Bundão gostoso. Brincos me espetavam nas coxas e os seios me pressionavam na barriga. Corpo quente... Fiquei looouca de desejos! Cheiro de mulher. Sabor de mulher. Carícias de mulher. Corpo de mulher. Eu sou fascinada pelo corpo feminino. Grudei na xana e no rabo que a deixei doloridinha! (risos)
Beijamo-nos loucamente enquanto nos esfregávamos como duas loucas sobre a cama. Lençol amassado, molhado de gozo, cabelos caídos e marcas de batom davam a sensação que havia tido uma revolução no quarto a meia luz. Som ambiente ao toque do nosso momento íntimo. Dora abriu as pernas e encaixou a xana na minha. Me comeu bem gostoso! Sentia lábios me penetrando e o grelo esfregando no meu. Uaaau... Fiquei molinha nos braços da fêmea sedutora! Ficamos coladinhas e nos olhando enquanto nossos líquidos se misturavam no balanço frenético dos nossos corpos excitados e suados. Beijos de língua e carícias no rosto, cabelos e seios. Muito gostoso! Abraçadas e ofegantes enquanto as contrações tremiam nossos corpos em gozo pleno. Caímos exaustas sobre a cama macia. Abraçadas. Pedimos bis!
De lá para cá, estamos ficando e nos curtindo cada vez mais. É mágico! Até quando? Só Deus sabe.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.
A sogra da minha filha é uma delícia
Oooi, Silvinha... Entre!
- Oooi, Claudinha!
- Tudo bem?
- Tuuudo... E você?
- Estou bem também! Está agendada para as 18h, é isso Silvinha?
- Aaah, sim... Eu resolvi vir mais cedo para minha consulta! Estava no centro da cidade e já tinha acabado de fazer serviço de banco e supermercado. Preguiçazinha de ir para casa e, depois, voltar. Fiz mal de vir antes, Fofa?
- Claro que não... De maneira alguma... Um prazer ter você aqui! Aliás, somos amigas e, agora que meu filho casou com sua filha, ficamos ainda mais próximas, Querida. (risos)
- E Débora, sua secretária?
- Ela precisou sair mais cedo.
- É um amor de menina, não é?
- Sim... Débora é um doce de menina e super competente. Muito atenciosa com minhas clientes. Adoram-na!
- Tem mais mulheres para atender ainda esta tarde, Fofa?
- Não. Justamente hoje duas meninas desmarcaram a consulta. Agora são 16h 30m... Só tenho você.
- Uaaau... Então poderemos conversar mais à vontade! (risos)
- Sim, claro! Prefere que eu faça a consulta agora e depois ficamos livres?
- Melhor ainda!
Sou médica ginecologista. Meu marido é médico oncologista. Fizemos amor assim que minha secretária saiu. Foi tão gostoso! Ele dobrou a esquina e Silvinha chegou. Conclusão, nem havia tomado banho e nem feito higiene íntima. Apenas vesti a roupa de trabalho e o jaleco.
Silvinha é sogra do meu filho. Tenho casal de filhos. Adultos. Minha menina está morando e estudando em Taubaté, interior do estado de São Paulo. Meu menino é advogado. Iniciando carreira. Casado com a filha de Silvinha. Eles moram perto da minha casa, aqui em Mogi das Cruzes, grande São Paulo.
De tempos para cá, notei que Silvinha passou a me abordar de maneira diferente. Olhares curiosos sobre mim! Confesso que ela havia chamado minha atenção... Fiquei com vontade de experimentar a coisa! Deixei rolar para ver no que ia dar as investidas dela. (risos)
Silvinha havia agendado consulta comigo. Antes de atendê-la, fechei a clínica. Examinei-a. Solicitei exames ginecológicos, entre eles, papanicolau e mamografia. Conversamos bastante sobre saúde da mulher e sexualidade. Assim que terminamos, subimos para o andar de cima. Minha clínica fica num espaço formado pelo térreo, primeiro e segundo andares. Tenho salas para a realização de exames, cozinha e quartos para descanso.
Ficamos conversando na cozinha. Ofereci sorvete. Ela aceitou. Eu estava na pia preparando as taças quando ela levantou-se, sorrateiramente. Abraçou-me por trás. Levei baaaita susto... Gelei! Arrepiei-me toda enquanto escutava-a sussurrar-me na orelha esquerda e acarinhar-me nos cabelos:
- Você é muito linda, sabia Cacau?
- Meu Deus... Que susto você me deu, Sil!
- Eu não paro de pensar em você, Fofa... Imaginando-me contigo!
- Calma... Você está me arrepiando toda, Sil... Judiando-me!
- Eu sei... Quero sentir seu corpo! Passar as mãos em você! Saborear seu corpo de mulher, Fofa!
- Aaai, meu Deus... Estou confusa... Nem sei o que lhe dizer!
- Não precisa me dizer nada. Apenas sinta meu corpo junto ao seu. Meus beijos no seu pescoço. Meus toques sobre sua pele macia e lisa. Você me deixa loouca, Fofa!
- Aaaai, minhas pernas estão moles... Eu não estou aguentando!
- Eu adoro seu cheiro. Eu adoro seus gestos. Eu adoro o jeito que você me trata. Contigo, tenho sonhos eróticos. Penso em você quando estou fazendo amor com meu marido... No banho... Eu quero ser sua!
- Eu não podia imaginar que estivesse despertando isso em você, Sil!
- Eu sei... Eu sei! Procurei ser discreta. Tenho minha vida social e não posso me expor desta maneira. Desejo seu corpo de mulher. Tenho sentimentos por ti.
- Você nunca ficou com mulheres?
- Não. Você mexe comigo, Fofa!
- Aaai, meu Deus!
Silvinha foi beijando-me no pescoço. Passando-me as mãos na cintura, nas coxas, no bumbum, nas costas, nos cabelos e eu fui ficando cada vez mais excitada pelos toques femininos que recebia. Meu coração acelerou. Achei que fosse sair pulando! (risos) Meu corpo esquentou. Meu rosto queimava. Sentia contrações. Arrepios. Lábios da xaninha ficando durinhos na calcinha. Clitóris ainda mais! Os músculos da vagina apertavam-se e me provocavam dores... Gostosas de sentir! Eu gemia. Há tempos não me sentia garotinha fazendo artes!
Silvinha encaixou suas coxas na minha perna esquerda. Apertou-me. Esfregou-se na minha coxa. Delirei! Eu gemia. Ela também. Pegou-me pelas mãos e larguei as taças de sorvete. Frente a frente, acarinhou-me nos cabelos. Abraçou-me. Corpo quente. Macio. Cheirosa. Seios volumosos acarinhando os meus. Coxas e joelhos curiosos procurando me acalentar na vagina. Respiração acelerada. Olhares sensuais.
O beijo foi conseqüência do clima de sedução anunciado. Lábios macios encontrando-se no ato feminino e romântico. Línguas molhadas unindo-se. Lábios esfregando-se manhosamente. Salivas misturando-se e dando sabor de encantamento. Narizes se roçando. Faces também. Olhares penetrantes. Cheiro de mulher. Cheiro de perfumes. Cheiro de cremes. Cheiro de amor... Prazer! Ficamos nos beijando e nos dando mordidinhas nos lábios. Namorando entre sorrisos de almas amigas.
Silvinha me levou para a parede. Tirou meu jaleco. Minha blusinha e calça brancas. Depois, meu sutiã. Parede fria. Arrepiei-me. Ela beijava-me e deixava-me looouca de tesão. Boca macia deslizando pelo meu corpo. No pescoço, orelhas, seios e barriga. Soltei as alças do seu belo vestido decotado. Caiu sobre belos tamancos. Laranjas. Tirei o sutiã. Seios tão firmes e grandes quanto os meus. Apetitosos! Toquei-os. Silvinha fechou os olhos. Abocanhei-os. Suspiramos. Bicos durinhos e macios. Corpos pegando fogo. Lisos. Roçando-se e provocando gemidos e dores. Voltamos a nos beijar pressionando a parede fria da cozinha. Sussurrei-a:
- Querida, irei para o banho e continuamos no quarto. Espere-me lá?
- Não.
- Como não, meu Bem?
- Não.
- Sim. Quero tomar banho para tirar meu suor.
- Eu quero sentir seu suor... Eu quero sentir seu cheiro... Eu quero sentir seu sabor de fêmea!
- Não. (risos) Eu preciso do banho!
- Eu não deixo mais você fugir de mim. Vamos para o quarto, Fofa?
- Antes, irei para o banho. É rápido. Prometo.
Silvinha agarrou-me e deixou-me looouca. Beijando-me e chupando-me... Até no sexo! (eu não tinha tomado banho depois de fazer amor com meu marido) Silvinha ficou de joelhos. Sobre a calcinha, cheirou-me, lambeu-me na fenda da vagina e clitóris. Molhou minha calcinha com salivas. Por dentro, ensopei! Delicadamente, puxou lingerie para o lado e suspirou sentindo o cheiro do meu corpo. O nariz esfregou a ponta no grelinho e na entrada da xana. Depois, passou lábios da boca e a língua. Lambeu-me bem gostoso. Em todas as dobrinhas. Seus dedos, macios, brincaram nos lábios excitados. Dedilhou-me. Prendeu-me entre dedos e lambeu-me no grelo. Nos grandes e pequenos lábios. Eu abria as pernas e sentia energia, super gostosa, relaxando-me dos pés à cabeça. O gozo seria questão de tempo!
Acarinhei-a nos cabelos enquanto me comia com a boca. Apertei-a contra meu sexo. A língua curiosa entrava. Eu fiquei super excitada. Logo, relaxei o corpo sentindo contrações e líquidos escorrerem das minhas entranhas. Olhei para baixo. Silvinha olhava-me boquiaberta. Olhos entreabertos. Foi aí que notei espermas do meu marido dentro da boca dela. Meus líquidos misturados aos líquidos dele. Engoliu-os. Ela continuou a lamber-me e chupar-me. Sem parar. Fiquei excitadíssima! Balançava língua olhando-me. Levantou-se e murmurou-me:
- Uaaau... Que delícia sua xaninha... Cremosa!
Aaai, que vergonha! Eu não sabia onde enfiar a cara. Curti o momento e nos beijamos. Murmurei-a:
- Eu disse que queria tomar banho, Sil. Você não me deixou!
- Sem problemas. (risos) Acostumada a chupar meu marido!
- Aaai, que vergonha!
- Misturada ao seu sabor, ficou bem melhor!
- Pare com isso... Aaai, credo! (risos)
Beijamo-nos ao sabor dos meus líquidos. Silvinha foi muito carinhosa comigo. E eu com ela. Juntas, de mãos dadas, fomos para um dos quartos. Na cama que eu havia feito amor com meu marido, deitamos. Ficamos nos olhando e curtindo o momento, até então, inédito em nossas vidas. Carinhos. Carícias. Palavras picantes ao pé do ouvido. Som dance (eletrônico) tocando no rádio... E duas lobas fazendo amor bem gostoso!
Meu nome é Cláudia, 43 anos, pele branca, 1,67m, 73 kg. Tenho cabelos compridos, loiros e lisos. Seios grandes e quadril largo. Pernas macias. Casada. Silvia, minha amiga, 44 anos, pele branca. Casada. Três filhas. Acho que ela deve ter 1,58m, 63 Kg. Tem corpo mais bonito que o meu. Bandida! (risos) Eu preciso perder uns quilinhos. Os cabelos são cheirosos, compridos, negros e ondulados. Os seios eu queria para mim. Perinhas... Lindos! O bumbum é meu... Grande, redondo e maravilhoso! Pernas grossas... Tesão de menina mulher! Super feminina... Cocotinha!
Abraçadas e nos beijando, ajoelhadas, no centro da cama de casal. Eu me soltei... Chupeeei-a todinha. Matei minhas bichas! (risos) Cabelos sedosos e cheirosos. Pele quente... Macia. Eu lambi e dei mordidinhas no pescoço. Beijei-a nas costas... Até a fenda do bumbum. Ela se contorcia toda! Esfreguei seios nos dela. Rocei coxas nas dela. Dei de mamar. Mamei. Rolamos abraçadas no ninho de amor. Eu a sugava nos mamilos, duros, e ela arranhava-me nas costas. Apertava-me! Beijei-a na barriguinha. (invejei-a ? risos) Mordisquei-a na cintura. De bruços, beijei-a no bumbum. Passei a língua no reguinho. Tirei a caleçon. Cheirei-a. Abri as bandas e enfiei a língua. Chupei-a no ânus... Na vagina. Gostei... Fiz mais vezes! Lambendo-a nas coxas, as abri. Dei mordidinhas carinhosas. Acariciei-a nos pés. Silvinha sentiu cócegas. Virou-se de barriga para cima. Abriu os braços e nos agarramos. Trançamos as pernas. Esfregamos as xanas. Que gostoso!
Abraçadas enquanto grelos acarinhavam-se. Gememos e deliramos nos braços da outra. O calor da respiração, no meu pescoço, era tudo de bom. Sentimos orgasmos. Líquidos misturavam-se e escorriam nas coxas e lençol. Pernas cruzadas e lábios, excitados, colados. Penetraram-me. Sensação de estar sentada na água. Beijos de língua. Olhares entreabertos. Gozos femininos e românticos. Ameeei o encontro carnal.
Silvinha rolou comigo na cama. Ficou sobre meu corpo. Buscou aconchego no meio das minhas pernas. Lambeu-me... Chupou-me... Saboreou-me no sexo! Nos meus orifícios de prazer. Na frente e atrás. Enfiou-me dois dedos. Mexia e remexia manhosamente. Dedos pontiagudos e curiosos. Dedilhou-me, várias vezes, e a língua balançava meu sininho para lá e para cá. Mordiscou-me nos lábios. Puxou-me por eles. Gozei bem gostoso. Ofereceu-me o quadril. É claro que aceitei! (risos) Meia nove com Silvinha. Que bumbum tesudo sobre meu rosto! Grande. Branco. Liso. Macio. Ancas de mulher. Eu apalpei e fiquei encantada... Excitada! Alisei-a. Beijei-a nas coxas. Ela sentia cócegas! (risos) Apertei-a nas bandas do bumbum. Mordisquei-a. Beijei-a. Abri e revelei o ânus... A vagina... Lindos! Cheirei-os. Lambi calmamente. Cheiro de bumbum... Cheiro de xana... Fiquei looouca! Enfiei a língua na vagina enquanto cheirava o buraquinho. Mordisquei-a. Puxei-a pelos lábios duros da xoxota. Abri e senti o cheiro. Inspirei. Cheiro de boceta. Sabor picante... Salgadinha... Azedinha... Ácida! Enfiei dedos e a satisfiz. Gozou na minha língua e eu na dela. Os brincos cutucaram-me nas coxas. Dedos entraram-me no cuzinho apertado. Sentia dores. Gozar aliviava tuuudo. (risos) Chupei-a no cu. Puxei-a contra meu rosto. Sufoquei-me... Bão demais!
Silvinha erguia o corpo e esfregava-se sobre meu rosto. Agachada. Molhou-me de líquidos quentes. Ela gemia melosamente e manhosamente. Deixava-me, ainda mais, excitada por ela. Profunda e sensível no sentir. Mulher gostosa para acarinhar e ser acarinhada. Caía de boca na minha xana e me lambuzava toda no sexo. Sede de mulher! Então, eu voltava a sentir gostosos seios pressionando-me na barriga. Corpos quentes. Unidos. Suados. Avistei as ancas... Ora empinadas... Ora contraídas! Deixou-me cheirando gozo de mulher. Marcamos o lençol de líquidos, cabelos e batom. Amassado ficou! Curtimos juntas durante a tarde livre. Primavera. Outubro, 2011. Duas mulheres livres e atraídas pelo desejo de mulher. Amando-se!
Silvinha é minha amiga, amante e confidente. Eu também ti amo, Querida. Beijinhos meigos, Delícia Cremosa!
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.
- Oooi, Claudinha!
- Tudo bem?
- Tuuudo... E você?
- Estou bem também! Está agendada para as 18h, é isso Silvinha?
- Aaah, sim... Eu resolvi vir mais cedo para minha consulta! Estava no centro da cidade e já tinha acabado de fazer serviço de banco e supermercado. Preguiçazinha de ir para casa e, depois, voltar. Fiz mal de vir antes, Fofa?
- Claro que não... De maneira alguma... Um prazer ter você aqui! Aliás, somos amigas e, agora que meu filho casou com sua filha, ficamos ainda mais próximas, Querida. (risos)
- E Débora, sua secretária?
- Ela precisou sair mais cedo.
- É um amor de menina, não é?
- Sim... Débora é um doce de menina e super competente. Muito atenciosa com minhas clientes. Adoram-na!
- Tem mais mulheres para atender ainda esta tarde, Fofa?
- Não. Justamente hoje duas meninas desmarcaram a consulta. Agora são 16h 30m... Só tenho você.
- Uaaau... Então poderemos conversar mais à vontade! (risos)
- Sim, claro! Prefere que eu faça a consulta agora e depois ficamos livres?
- Melhor ainda!
Sou médica ginecologista. Meu marido é médico oncologista. Fizemos amor assim que minha secretária saiu. Foi tão gostoso! Ele dobrou a esquina e Silvinha chegou. Conclusão, nem havia tomado banho e nem feito higiene íntima. Apenas vesti a roupa de trabalho e o jaleco.
Silvinha é sogra do meu filho. Tenho casal de filhos. Adultos. Minha menina está morando e estudando em Taubaté, interior do estado de São Paulo. Meu menino é advogado. Iniciando carreira. Casado com a filha de Silvinha. Eles moram perto da minha casa, aqui em Mogi das Cruzes, grande São Paulo.
De tempos para cá, notei que Silvinha passou a me abordar de maneira diferente. Olhares curiosos sobre mim! Confesso que ela havia chamado minha atenção... Fiquei com vontade de experimentar a coisa! Deixei rolar para ver no que ia dar as investidas dela. (risos)
Silvinha havia agendado consulta comigo. Antes de atendê-la, fechei a clínica. Examinei-a. Solicitei exames ginecológicos, entre eles, papanicolau e mamografia. Conversamos bastante sobre saúde da mulher e sexualidade. Assim que terminamos, subimos para o andar de cima. Minha clínica fica num espaço formado pelo térreo, primeiro e segundo andares. Tenho salas para a realização de exames, cozinha e quartos para descanso.
Ficamos conversando na cozinha. Ofereci sorvete. Ela aceitou. Eu estava na pia preparando as taças quando ela levantou-se, sorrateiramente. Abraçou-me por trás. Levei baaaita susto... Gelei! Arrepiei-me toda enquanto escutava-a sussurrar-me na orelha esquerda e acarinhar-me nos cabelos:
- Você é muito linda, sabia Cacau?
- Meu Deus... Que susto você me deu, Sil!
- Eu não paro de pensar em você, Fofa... Imaginando-me contigo!
- Calma... Você está me arrepiando toda, Sil... Judiando-me!
- Eu sei... Quero sentir seu corpo! Passar as mãos em você! Saborear seu corpo de mulher, Fofa!
- Aaai, meu Deus... Estou confusa... Nem sei o que lhe dizer!
- Não precisa me dizer nada. Apenas sinta meu corpo junto ao seu. Meus beijos no seu pescoço. Meus toques sobre sua pele macia e lisa. Você me deixa loouca, Fofa!
- Aaaai, minhas pernas estão moles... Eu não estou aguentando!
- Eu adoro seu cheiro. Eu adoro seus gestos. Eu adoro o jeito que você me trata. Contigo, tenho sonhos eróticos. Penso em você quando estou fazendo amor com meu marido... No banho... Eu quero ser sua!
- Eu não podia imaginar que estivesse despertando isso em você, Sil!
- Eu sei... Eu sei! Procurei ser discreta. Tenho minha vida social e não posso me expor desta maneira. Desejo seu corpo de mulher. Tenho sentimentos por ti.
- Você nunca ficou com mulheres?
- Não. Você mexe comigo, Fofa!
- Aaai, meu Deus!
Silvinha foi beijando-me no pescoço. Passando-me as mãos na cintura, nas coxas, no bumbum, nas costas, nos cabelos e eu fui ficando cada vez mais excitada pelos toques femininos que recebia. Meu coração acelerou. Achei que fosse sair pulando! (risos) Meu corpo esquentou. Meu rosto queimava. Sentia contrações. Arrepios. Lábios da xaninha ficando durinhos na calcinha. Clitóris ainda mais! Os músculos da vagina apertavam-se e me provocavam dores... Gostosas de sentir! Eu gemia. Há tempos não me sentia garotinha fazendo artes!
Silvinha encaixou suas coxas na minha perna esquerda. Apertou-me. Esfregou-se na minha coxa. Delirei! Eu gemia. Ela também. Pegou-me pelas mãos e larguei as taças de sorvete. Frente a frente, acarinhou-me nos cabelos. Abraçou-me. Corpo quente. Macio. Cheirosa. Seios volumosos acarinhando os meus. Coxas e joelhos curiosos procurando me acalentar na vagina. Respiração acelerada. Olhares sensuais.
O beijo foi conseqüência do clima de sedução anunciado. Lábios macios encontrando-se no ato feminino e romântico. Línguas molhadas unindo-se. Lábios esfregando-se manhosamente. Salivas misturando-se e dando sabor de encantamento. Narizes se roçando. Faces também. Olhares penetrantes. Cheiro de mulher. Cheiro de perfumes. Cheiro de cremes. Cheiro de amor... Prazer! Ficamos nos beijando e nos dando mordidinhas nos lábios. Namorando entre sorrisos de almas amigas.
Silvinha me levou para a parede. Tirou meu jaleco. Minha blusinha e calça brancas. Depois, meu sutiã. Parede fria. Arrepiei-me. Ela beijava-me e deixava-me looouca de tesão. Boca macia deslizando pelo meu corpo. No pescoço, orelhas, seios e barriga. Soltei as alças do seu belo vestido decotado. Caiu sobre belos tamancos. Laranjas. Tirei o sutiã. Seios tão firmes e grandes quanto os meus. Apetitosos! Toquei-os. Silvinha fechou os olhos. Abocanhei-os. Suspiramos. Bicos durinhos e macios. Corpos pegando fogo. Lisos. Roçando-se e provocando gemidos e dores. Voltamos a nos beijar pressionando a parede fria da cozinha. Sussurrei-a:
- Querida, irei para o banho e continuamos no quarto. Espere-me lá?
- Não.
- Como não, meu Bem?
- Não.
- Sim. Quero tomar banho para tirar meu suor.
- Eu quero sentir seu suor... Eu quero sentir seu cheiro... Eu quero sentir seu sabor de fêmea!
- Não. (risos) Eu preciso do banho!
- Eu não deixo mais você fugir de mim. Vamos para o quarto, Fofa?
- Antes, irei para o banho. É rápido. Prometo.
Silvinha agarrou-me e deixou-me looouca. Beijando-me e chupando-me... Até no sexo! (eu não tinha tomado banho depois de fazer amor com meu marido) Silvinha ficou de joelhos. Sobre a calcinha, cheirou-me, lambeu-me na fenda da vagina e clitóris. Molhou minha calcinha com salivas. Por dentro, ensopei! Delicadamente, puxou lingerie para o lado e suspirou sentindo o cheiro do meu corpo. O nariz esfregou a ponta no grelinho e na entrada da xana. Depois, passou lábios da boca e a língua. Lambeu-me bem gostoso. Em todas as dobrinhas. Seus dedos, macios, brincaram nos lábios excitados. Dedilhou-me. Prendeu-me entre dedos e lambeu-me no grelo. Nos grandes e pequenos lábios. Eu abria as pernas e sentia energia, super gostosa, relaxando-me dos pés à cabeça. O gozo seria questão de tempo!
Acarinhei-a nos cabelos enquanto me comia com a boca. Apertei-a contra meu sexo. A língua curiosa entrava. Eu fiquei super excitada. Logo, relaxei o corpo sentindo contrações e líquidos escorrerem das minhas entranhas. Olhei para baixo. Silvinha olhava-me boquiaberta. Olhos entreabertos. Foi aí que notei espermas do meu marido dentro da boca dela. Meus líquidos misturados aos líquidos dele. Engoliu-os. Ela continuou a lamber-me e chupar-me. Sem parar. Fiquei excitadíssima! Balançava língua olhando-me. Levantou-se e murmurou-me:
- Uaaau... Que delícia sua xaninha... Cremosa!
Aaai, que vergonha! Eu não sabia onde enfiar a cara. Curti o momento e nos beijamos. Murmurei-a:
- Eu disse que queria tomar banho, Sil. Você não me deixou!
- Sem problemas. (risos) Acostumada a chupar meu marido!
- Aaai, que vergonha!
- Misturada ao seu sabor, ficou bem melhor!
- Pare com isso... Aaai, credo! (risos)
Beijamo-nos ao sabor dos meus líquidos. Silvinha foi muito carinhosa comigo. E eu com ela. Juntas, de mãos dadas, fomos para um dos quartos. Na cama que eu havia feito amor com meu marido, deitamos. Ficamos nos olhando e curtindo o momento, até então, inédito em nossas vidas. Carinhos. Carícias. Palavras picantes ao pé do ouvido. Som dance (eletrônico) tocando no rádio... E duas lobas fazendo amor bem gostoso!
Meu nome é Cláudia, 43 anos, pele branca, 1,67m, 73 kg. Tenho cabelos compridos, loiros e lisos. Seios grandes e quadril largo. Pernas macias. Casada. Silvia, minha amiga, 44 anos, pele branca. Casada. Três filhas. Acho que ela deve ter 1,58m, 63 Kg. Tem corpo mais bonito que o meu. Bandida! (risos) Eu preciso perder uns quilinhos. Os cabelos são cheirosos, compridos, negros e ondulados. Os seios eu queria para mim. Perinhas... Lindos! O bumbum é meu... Grande, redondo e maravilhoso! Pernas grossas... Tesão de menina mulher! Super feminina... Cocotinha!
Abraçadas e nos beijando, ajoelhadas, no centro da cama de casal. Eu me soltei... Chupeeei-a todinha. Matei minhas bichas! (risos) Cabelos sedosos e cheirosos. Pele quente... Macia. Eu lambi e dei mordidinhas no pescoço. Beijei-a nas costas... Até a fenda do bumbum. Ela se contorcia toda! Esfreguei seios nos dela. Rocei coxas nas dela. Dei de mamar. Mamei. Rolamos abraçadas no ninho de amor. Eu a sugava nos mamilos, duros, e ela arranhava-me nas costas. Apertava-me! Beijei-a na barriguinha. (invejei-a ? risos) Mordisquei-a na cintura. De bruços, beijei-a no bumbum. Passei a língua no reguinho. Tirei a caleçon. Cheirei-a. Abri as bandas e enfiei a língua. Chupei-a no ânus... Na vagina. Gostei... Fiz mais vezes! Lambendo-a nas coxas, as abri. Dei mordidinhas carinhosas. Acariciei-a nos pés. Silvinha sentiu cócegas. Virou-se de barriga para cima. Abriu os braços e nos agarramos. Trançamos as pernas. Esfregamos as xanas. Que gostoso!
Abraçadas enquanto grelos acarinhavam-se. Gememos e deliramos nos braços da outra. O calor da respiração, no meu pescoço, era tudo de bom. Sentimos orgasmos. Líquidos misturavam-se e escorriam nas coxas e lençol. Pernas cruzadas e lábios, excitados, colados. Penetraram-me. Sensação de estar sentada na água. Beijos de língua. Olhares entreabertos. Gozos femininos e românticos. Ameeei o encontro carnal.
Silvinha rolou comigo na cama. Ficou sobre meu corpo. Buscou aconchego no meio das minhas pernas. Lambeu-me... Chupou-me... Saboreou-me no sexo! Nos meus orifícios de prazer. Na frente e atrás. Enfiou-me dois dedos. Mexia e remexia manhosamente. Dedos pontiagudos e curiosos. Dedilhou-me, várias vezes, e a língua balançava meu sininho para lá e para cá. Mordiscou-me nos lábios. Puxou-me por eles. Gozei bem gostoso. Ofereceu-me o quadril. É claro que aceitei! (risos) Meia nove com Silvinha. Que bumbum tesudo sobre meu rosto! Grande. Branco. Liso. Macio. Ancas de mulher. Eu apalpei e fiquei encantada... Excitada! Alisei-a. Beijei-a nas coxas. Ela sentia cócegas! (risos) Apertei-a nas bandas do bumbum. Mordisquei-a. Beijei-a. Abri e revelei o ânus... A vagina... Lindos! Cheirei-os. Lambi calmamente. Cheiro de bumbum... Cheiro de xana... Fiquei looouca! Enfiei a língua na vagina enquanto cheirava o buraquinho. Mordisquei-a. Puxei-a pelos lábios duros da xoxota. Abri e senti o cheiro. Inspirei. Cheiro de boceta. Sabor picante... Salgadinha... Azedinha... Ácida! Enfiei dedos e a satisfiz. Gozou na minha língua e eu na dela. Os brincos cutucaram-me nas coxas. Dedos entraram-me no cuzinho apertado. Sentia dores. Gozar aliviava tuuudo. (risos) Chupei-a no cu. Puxei-a contra meu rosto. Sufoquei-me... Bão demais!
Silvinha erguia o corpo e esfregava-se sobre meu rosto. Agachada. Molhou-me de líquidos quentes. Ela gemia melosamente e manhosamente. Deixava-me, ainda mais, excitada por ela. Profunda e sensível no sentir. Mulher gostosa para acarinhar e ser acarinhada. Caía de boca na minha xana e me lambuzava toda no sexo. Sede de mulher! Então, eu voltava a sentir gostosos seios pressionando-me na barriga. Corpos quentes. Unidos. Suados. Avistei as ancas... Ora empinadas... Ora contraídas! Deixou-me cheirando gozo de mulher. Marcamos o lençol de líquidos, cabelos e batom. Amassado ficou! Curtimos juntas durante a tarde livre. Primavera. Outubro, 2011. Duas mulheres livres e atraídas pelo desejo de mulher. Amando-se!
Silvinha é minha amiga, amante e confidente. Eu também ti amo, Querida. Beijinhos meigos, Delícia Cremosa!
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.
Eu Lanna, minhas mãos e bocas e seu sêmem
Podem me chamar de Lanna, que meu apelido pra alguns. Sou loira, cabelos longos e lisos ate a cintura. Tenho 1,68 de altura. Minha pele é bem clara e tenho sardinhas no peito, e um pouco no rosto (mais detalhes vejam no MSN, RS). Essa história que escolhi aconteceu mais ou menos há uns 4 meses.
De quarta feira a noite tem reunião do grupo de jovens da minha igreja.Como de costume foi marcado na casa do Evandro. Cheguei lá mais cedo porque era a hora que meu pai podia dar carona. O pessoal costuma chegar as 19hs mas eu cheguei era 17:30. Cheguei láe de costume a mãe de Evandro me recebeu e pediu para eu entrar, falou pra subir pro quarto dele que ele estava no computador. Subi e ele tava sentado no MSN, falando com um monte de gente, inclusive com a namorada dele. Eu sentei na cama, peguei um livro de salmos e fiquei lendo. Passou um tempinho e a mãe dele trouxe um pedaço de bolo e um suco e disse que ia tirar um cochilo ate as 19hs porque teria culto as 19:30.
Passado um tempo estranhei, o Evandro que é super serio e quieto falou que eu tinha uma mão linda. Dei risada e agradeci. Ai ele pediu para pegar nela, pegou dizendo que achou ela macia e cheirosa (e é). Ai ele pedgou e passou no rosto dele, falando que tava carente. Achei estranho porque ele namora, mas fiquei quieta. Ai ele disse, ?pena que eu namoro,senão iria colocar sua mão em outro lugar?. Fiquei assustada e excitada e falei assim, ?olha, eu te dou as minhas mãos, e fecho os sonhos, ai você Poe onde quiser que eu não vou ver nada, ai não tem problema?. E já fechei meus olhos. Senti ele passando minha mão pela barriga, até levar ao meio de suas pernas, senti um volume beeem grande. Ele ficou forçando a minha mão pra cima e pra baixo repetindo ?ai Lanna, você aqui dentro?. Ele tava de calça social e ai imaginem o tamanho que ficou. Levantei e falei pra ele se podia guardar segredo, ele disse que sim, então ajoelhei na frente da cadeira do computador que ele estava, apertei bem o pau dele sobre a calça e comecei a abrir o zíper. Enfiei meu dedo pra passar a unha de leve. Mais um tempo e desabotoei o cinto, e falei pra ele ?presta atenção no MSN pra ninguém perceber?. Fui abrindo sua calça e abaixei ate sua canelas deixando ele de cueca só. Encostei meu rosto na sua cueca e fiquei me esfregando, sentindo latejar. Fiquei assim, ai ouvimos um barulho, ele subiu a calça rápido e pulei pra cama, e pouco depois a mãe dele entrou pedindo licença que iria fechar a porta pra dormir. Foi por pouco. Assim que ela saiu pedi pra ele deitar na cama, (eu iria ficar respondendo o MSN pra ele quando precisasse). E ele deitou, baixei suas calças, tirei tudo desta vez, deixando só de cueca e meia. Eu tava de saia longa, e ergui um pouco e sentei com minha vagina em cima de sua perna e fiquei mexendo. Falei pra ele ?não se empolga muito que sou virgem e pretendo continuar a ser?. Ele balançou a cabeça concordando. Voltei a massagear seu penis sobre a cueca e estava bem duro. Ai então fui tirando sua cueca lentamente. Fui com as mãos ate sua bolas e comecei a massagear. Era um penis bem grosso, até engraçado, a cabeça não ficava pra fora, tinha uma pele por cima. Comecei a a subir minha mão então, apertei bem a base de seu caralho (adoro ser bica suja), apertei bem e ele foi ficando inchado, cheio de veias, a cabeça parecia dobrar de tamanho. Deixei uma mão na base e com a outra fui subindo, passando levemente minha unhas,até que cheguei na cabeça que estava bem molhada.Comecei a passar a palma da minha mão, e ela logo ficou melada e então eu passava na boca. Dei uma olhada na tela do PC e varias conversas estavam em aberto no MSN, avisei Evandro e ele pediu licença pra responder afinal não podia dar na cara. Ele foi bem rapidinho, e logo voltou pedindo ?aperta meu pau de novo igual você tava fazendo?. Fiz isso, apertei, e dei uma cuspida nele, fazendo com minha outra mão movimentos pra cima e pra baixo. Fui fazendo levemente, sem tirar a pele do lugar, até que parei na cabeça, apertei com a mão e fui descendo, fazendo com que a pele fosse baixando e a cabeça do pau fosse aparecendo. Ele pediu pra ir com calma porque não estava acostumado a puxar tanto a pele.
Nesta hora tive uma ótima idéia. Encostei meus lábio na cabeça de seu pau, continuei segurando a base com força, e fui girando minha língua na ponta de seu mastro, ela ia soltando um liquido salgadinho e com a outra mão fui forçando a pele pra baixo. Fui bem lentamente, ele se contorcia de prazer ou de dor (RS) até que senti que a pele baixou e então enfiei toda a cabeça de meu penis em minha boca, fiz só um pouquinho, ai me concentrei na masturbação. Ajoelhei entre as pernas dele e me abaixei, tendo uma bela vista de seu pau duro, eu ia com minha mão até em cima e descia tudo, lentamente, quase arrancando sua pele. Comecei a bater mais rápido, soltei minha mão da base de seu pau e fiquei massageando as bolas (tenho boa coordenação pois sou organista da igreja), comecei a fazer cada vez mais rápido, e ele disse que estava prestes a gozar, ai parei, puxei sua pele ate embaixo, e apertei bem a base de seu pau. Quase esmaguei, ele pedia pra que eu continuasse batendo mas eu disse que não. Aproximei minha língua e fiquei passando de leve na parte de baixo da cabeça de seu pau, sobre um tipo de cordãozinho, fiquei assim um tempo e ele ficou em silencio, de repente começou a sussurrar algo, ai me afastei, e foi um, dois, três, quatro esguichos de semem, caiu tudo na sua barriga. Soltei minha mãos e deitei meu rosto em sua porra (adoro me lambusar), ele pegou em seu próprio penis e continuou a se masturbar, enquanto eu esfregava meu rosto em seu semem quente. Pedi pra que ele deixasse amolecer então ele tirou as mãos. Levantei com a cara melada, fui ateh seu computador pra responder mais mensagens do MSN, fiz isso e já voltei. Voltei a me ajoelhar na cama, e sem usar as mãos passei a chupar o pau de Evandro, que estava bem mole e melado. Fiquei chupando bem profundo, como estava mole cabia bem dentro da minha boca, ia chupando e engolindo toda a sujeira. Eu fazia um biquinho e ia afundando no pau de Evandro, forçava na cabeça, ia indo até final, encostando meu nariz na sua barriga, sentido o cheiro do seu saco. Mas em pouco tempo já não conseguia descer tudo porque estava duro de novo. Ai então pedi algo pra ele, ?vou deixar e quero que você bata até gozar no meu rosto todo?. Bem serio ele disse que sim e que não demoraria a me melar. Deitei e fiquei encostada próxima a beirada da cama e ele ficou de pé batendo. Que delicia me sentir desejada por ele. Até que ele disse que ia gozar, senti um esguicho quente, que pegou próximo ao olho e depois outros dois esguicho na boca. Passei minha lingua no canto dos labios e deu pra sentir o gosto de seu esperma e ai veio mais umas gotas que pegaram bem na minha língua. Nossa eu tava com o rosto todo lambuzado, fui passando o dedo, limpando e pondo na boca. Pedi pra que ele me ajudasse passando seu pau aonde tivesse porra em mim e depois dando para eu chupar.
Levantei e agradeci, dizendo ?o que aconteceu morre aqui, seja feliz no seu amor?. Fui para o banheiro e lavei o rosto e as mãos. Quando voltei ele já estava vestido e conversando com o pessoal no MSN.
Agradeço a atenção. Sou a ?Lanna?, se quiserem me escrever ou MSN: ap_lanna@hotmail.com
De quarta feira a noite tem reunião do grupo de jovens da minha igreja.Como de costume foi marcado na casa do Evandro. Cheguei lá mais cedo porque era a hora que meu pai podia dar carona. O pessoal costuma chegar as 19hs mas eu cheguei era 17:30. Cheguei láe de costume a mãe de Evandro me recebeu e pediu para eu entrar, falou pra subir pro quarto dele que ele estava no computador. Subi e ele tava sentado no MSN, falando com um monte de gente, inclusive com a namorada dele. Eu sentei na cama, peguei um livro de salmos e fiquei lendo. Passou um tempinho e a mãe dele trouxe um pedaço de bolo e um suco e disse que ia tirar um cochilo ate as 19hs porque teria culto as 19:30.
Passado um tempo estranhei, o Evandro que é super serio e quieto falou que eu tinha uma mão linda. Dei risada e agradeci. Ai ele pediu para pegar nela, pegou dizendo que achou ela macia e cheirosa (e é). Ai ele pedgou e passou no rosto dele, falando que tava carente. Achei estranho porque ele namora, mas fiquei quieta. Ai ele disse, ?pena que eu namoro,senão iria colocar sua mão em outro lugar?. Fiquei assustada e excitada e falei assim, ?olha, eu te dou as minhas mãos, e fecho os sonhos, ai você Poe onde quiser que eu não vou ver nada, ai não tem problema?. E já fechei meus olhos. Senti ele passando minha mão pela barriga, até levar ao meio de suas pernas, senti um volume beeem grande. Ele ficou forçando a minha mão pra cima e pra baixo repetindo ?ai Lanna, você aqui dentro?. Ele tava de calça social e ai imaginem o tamanho que ficou. Levantei e falei pra ele se podia guardar segredo, ele disse que sim, então ajoelhei na frente da cadeira do computador que ele estava, apertei bem o pau dele sobre a calça e comecei a abrir o zíper. Enfiei meu dedo pra passar a unha de leve. Mais um tempo e desabotoei o cinto, e falei pra ele ?presta atenção no MSN pra ninguém perceber?. Fui abrindo sua calça e abaixei ate sua canelas deixando ele de cueca só. Encostei meu rosto na sua cueca e fiquei me esfregando, sentindo latejar. Fiquei assim, ai ouvimos um barulho, ele subiu a calça rápido e pulei pra cama, e pouco depois a mãe dele entrou pedindo licença que iria fechar a porta pra dormir. Foi por pouco. Assim que ela saiu pedi pra ele deitar na cama, (eu iria ficar respondendo o MSN pra ele quando precisasse). E ele deitou, baixei suas calças, tirei tudo desta vez, deixando só de cueca e meia. Eu tava de saia longa, e ergui um pouco e sentei com minha vagina em cima de sua perna e fiquei mexendo. Falei pra ele ?não se empolga muito que sou virgem e pretendo continuar a ser?. Ele balançou a cabeça concordando. Voltei a massagear seu penis sobre a cueca e estava bem duro. Ai então fui tirando sua cueca lentamente. Fui com as mãos ate sua bolas e comecei a massagear. Era um penis bem grosso, até engraçado, a cabeça não ficava pra fora, tinha uma pele por cima. Comecei a a subir minha mão então, apertei bem a base de seu caralho (adoro ser bica suja), apertei bem e ele foi ficando inchado, cheio de veias, a cabeça parecia dobrar de tamanho. Deixei uma mão na base e com a outra fui subindo, passando levemente minha unhas,até que cheguei na cabeça que estava bem molhada.Comecei a passar a palma da minha mão, e ela logo ficou melada e então eu passava na boca. Dei uma olhada na tela do PC e varias conversas estavam em aberto no MSN, avisei Evandro e ele pediu licença pra responder afinal não podia dar na cara. Ele foi bem rapidinho, e logo voltou pedindo ?aperta meu pau de novo igual você tava fazendo?. Fiz isso, apertei, e dei uma cuspida nele, fazendo com minha outra mão movimentos pra cima e pra baixo. Fui fazendo levemente, sem tirar a pele do lugar, até que parei na cabeça, apertei com a mão e fui descendo, fazendo com que a pele fosse baixando e a cabeça do pau fosse aparecendo. Ele pediu pra ir com calma porque não estava acostumado a puxar tanto a pele.
Nesta hora tive uma ótima idéia. Encostei meus lábio na cabeça de seu pau, continuei segurando a base com força, e fui girando minha língua na ponta de seu mastro, ela ia soltando um liquido salgadinho e com a outra mão fui forçando a pele pra baixo. Fui bem lentamente, ele se contorcia de prazer ou de dor (RS) até que senti que a pele baixou e então enfiei toda a cabeça de meu penis em minha boca, fiz só um pouquinho, ai me concentrei na masturbação. Ajoelhei entre as pernas dele e me abaixei, tendo uma bela vista de seu pau duro, eu ia com minha mão até em cima e descia tudo, lentamente, quase arrancando sua pele. Comecei a bater mais rápido, soltei minha mão da base de seu pau e fiquei massageando as bolas (tenho boa coordenação pois sou organista da igreja), comecei a fazer cada vez mais rápido, e ele disse que estava prestes a gozar, ai parei, puxei sua pele ate embaixo, e apertei bem a base de seu pau. Quase esmaguei, ele pedia pra que eu continuasse batendo mas eu disse que não. Aproximei minha língua e fiquei passando de leve na parte de baixo da cabeça de seu pau, sobre um tipo de cordãozinho, fiquei assim um tempo e ele ficou em silencio, de repente começou a sussurrar algo, ai me afastei, e foi um, dois, três, quatro esguichos de semem, caiu tudo na sua barriga. Soltei minha mãos e deitei meu rosto em sua porra (adoro me lambusar), ele pegou em seu próprio penis e continuou a se masturbar, enquanto eu esfregava meu rosto em seu semem quente. Pedi pra que ele deixasse amolecer então ele tirou as mãos. Levantei com a cara melada, fui ateh seu computador pra responder mais mensagens do MSN, fiz isso e já voltei. Voltei a me ajoelhar na cama, e sem usar as mãos passei a chupar o pau de Evandro, que estava bem mole e melado. Fiquei chupando bem profundo, como estava mole cabia bem dentro da minha boca, ia chupando e engolindo toda a sujeira. Eu fazia um biquinho e ia afundando no pau de Evandro, forçava na cabeça, ia indo até final, encostando meu nariz na sua barriga, sentido o cheiro do seu saco. Mas em pouco tempo já não conseguia descer tudo porque estava duro de novo. Ai então pedi algo pra ele, ?vou deixar e quero que você bata até gozar no meu rosto todo?. Bem serio ele disse que sim e que não demoraria a me melar. Deitei e fiquei encostada próxima a beirada da cama e ele ficou de pé batendo. Que delicia me sentir desejada por ele. Até que ele disse que ia gozar, senti um esguicho quente, que pegou próximo ao olho e depois outros dois esguicho na boca. Passei minha lingua no canto dos labios e deu pra sentir o gosto de seu esperma e ai veio mais umas gotas que pegaram bem na minha língua. Nossa eu tava com o rosto todo lambuzado, fui passando o dedo, limpando e pondo na boca. Pedi pra que ele me ajudasse passando seu pau aonde tivesse porra em mim e depois dando para eu chupar.
Levantei e agradeci, dizendo ?o que aconteceu morre aqui, seja feliz no seu amor?. Fui para o banheiro e lavei o rosto e as mãos. Quando voltei ele já estava vestido e conversando com o pessoal no MSN.
Agradeço a atenção. Sou a ?Lanna?, se quiserem me escrever ou MSN: ap_lanna@hotmail.com
Flagrei meu cunhadinho se masturbando
Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha
(Uma história de masturbação)
Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. - Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: - Agora? - Na sua frente?
- Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: - Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. - Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br
(Uma história de masturbação)
Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. - Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: - Agora? - Na sua frente?
- Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: - Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. - Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br
Um consolo, minha ex e muito tesão
Um consolo, minha ex e muito tesão,
Ola, novamente estou aqui para relatar mais uma experiência minha, assim como a anterior que postei, Finge que não vendo, para quem não a leu, meu nome é Eduardo, sou de São Paulo. Assim como na outra historia que relatei, essa também se passou com Mariana, minha ex-namorada, com a qual realizei quase todas nossas fantasias. Sempre que estávamos entre paredes nosso tesão falava mais alto, e aos pouco fomos experimentando tudo o que nos vinha em mente, mas em uma noite em um motel da região, achamos que tínhamos nos superado, ao entrarmos no quarto, como sempre, dávamos uma geral, víamos o que estava a nossa disposição e neste havia uma cesta cheia de produtos eróticos, pomadas pra isso, creme pra aquilo, aquelas bolinhas, e entre eles dois vibradores, um realista e outro daqueles que parecem um batom gigante. Mariana já estava toda excitada e eu não ficava atrás, quando percebemos já estávamos nos pegando, nos chupando. O tesão já estava a mil, e eu não conseguia parar de pensar em pegar aquela rola de borracha e masturbar Mari com ela, e foi quando ela ficou de quatro pra mim, arrebitando aquela bundinha gostosa que não aguentei mais e falei a ela que iria pegar aquele consolo e a masturbar com ele enquanto eu a chupava, ela ficou meio sem reação, e eu a deixei escolher, ela pegou logo o realista, ficou com um pouco de medo ou vergonha, mas eu podia sentir em sua pele que ela estava gostando da ideia, tirei danado da embalagem e fui lava-lo, Mariana veio atrás de mim, enquanto eu lavava aquele treco na pia ela por trás de mim começava a me masturbar, meu pau que estava mais pra mole do que pra duro começava a pulsar e logo estava duro de novo, quando voltamos para cama passei o brinquedinho para ela, começamos a nos beijar e ela acariciando meu pau com uma mão e na outra o consolo, estávamos novamente loucos de tesão, pedi pra que Mari ficasse de quatro pra mim, ela empinou a bunda e me deixou a vontade para fazer o que quisesse, ali eu me saboreava, chupava sua bucetinha com gosto, lambia seu cuzinho, esquentei bem meu amor e bem suavemente fui enfiando aquela rola de borracha em sua bucetinha, ela suspirou forte, e abaixou os ombros fazendo seus seios ficarem apoiados no colchão, ao mesmo tempo que eu fazia movimentos de vai e vem me deitei debaixo de suas pernas abertas e passei a chupar e lamber seu clitóris, ela deu um gritinho de tesão, sua buceta escorria em minha boca, e eu já não aguentava mais, tirei aquilo de dentro dela e coloquei o meu, ela gemia gostoso me levando ao delírio, mas ainda não estava bom, eu queria ver ela louca, queria muito dar o maximo de tesão para ela aquela noite, me deitei e fiz ela vim com a bucetinha sobre meu rosto, ela se virou e fizemos um meia nove maravilhoso, sua buceta melada esfregando em minha boca, meu pau duro com seu mel era chupado com vontade por ela, ela adorava sentir seu gosto, tanto em minha boca como eu meu pau, mas o melhor ainda estava por vir, ao passar a mão pela cama senti o danado do consolo ao nosso lado, não pensei duas vezes, comecei a passar aquela cabeça de borracha na entrada de sua bucetinha, com língua fazia movimentos em seu clitóris, ela já estava gemendo mais alto, parou de me chupar e agarrava meu pau pela base tão apertado que eu sentia as veias dele quase estourando, então comecei a penetra-la com aquilo, enfiei metade e comecei a masturbar e chupar ela ao mesmo tempo, ela não gritava, ela urrava, um urro grosso sem pudor, sem censura, pedia a ela que chupasse meu pau, ela quase arrancou minha cabeça de tão forte que foi sua chupada, com meu pau em sua boca ela soltava gritinhos abafados por ele, foi quando senti sua mão em cima da minha, tirou minha mão do seu brinquedinho e começou a soca-lo com força pra dentro de sua bucetinha, eu ali de baixo chupando e vendo ela se masturbar ficava cada vez mais alucinado, em meio aos seus gemidos, urros e gritos ouvia ela dizendo o quando aquilo era bom, bate uma pra mim amor ela dizia, no tesão que eu estava obedeci, e enquanto ela se masturbava pra mim eu batia uma pra ela, sentia sua língua na cabeça do meu pau, ora eu parava de bater uma pra ela chupar, até ouvir ela gritar que iria gozar, passei a esfregar ainda mais forte minha língua em sua bucetinha e me masturbar mais rápido, senti seu corpo tremer e em seguida um grito maravilhoso, nem tentei me segurar, senti minha porra jorrando e em seguida a boca de Mari engolindo meu pau que ainda soltava as ultimas gotas de meu gozo, eu, ali por baixo lambendo sua bucetinha toda melada com seu gozo, vi o consolo sendo lançado nem sei pra onde, ela estava quase desfalecida sobre mim, lambendo suavemente meu pau e eu fazendo o mesmo com aquela buceta maravilhosa. Ficamos assim por vários minutos, depois deitamos um ao lado do outro tentando retomar o fôlego, tomamos um banho maravilhoso juntos e fomos para a banheira, ficamos quase uma hora relaxando e fazendo caricias de leve um no outro, foi quando eu disse a ela que queria ver ela se masturbando com o consolo, fiquei pirado naquilo, ela ficou meio sem graça mas me deu isso de presente, assim que saímos da banheira ela se deitou na cama, mandou que eu ficasse sentado próximo a seus pés apenas olhando, ela pegou o consolo e começou a lamber da mesma forma que fazia com meu pau, chupou um pouco e foi deslizando ele até seus volumosos seios, passava ele no bico de um depois no outro, eu vendo aquilo já de pau duro, ela o levou até a boca, o molhou com uma grande quantidade de saliva e o levou até sua buceta, o esfregou por sua entrada, forçou um pouco e vi aquele consolo sendo engolido até perto da metade, ela fez alguns movimentos o retirou e o levou a boca de novo, nessa hora meu pau já tava até babando, e eu louco pra ir pra cima dela, ela me pediu para que eu a chupasse, e aquelas palavras dela me alucinavam ? vem amor, me chupa, vem me deixar molhadinha vem ? como não fazer aquilo, cai de boca, tentava enfiar a minha língua o mais fundo possível, com a boca na sua bucetinha podia ver ela chupando o consolo, quando percebi que ela já estava no ponto novamente, toda molhada, toda lubrificada me afastei, ela encostou o brinquedinho na sua buceta e me disse ? olha amor, vou brincar pra você - e novamente ela começou a enfiar o consolo dentro de sua buceta, - ta gostando amor? Ta gostando de ver? ? ta de pau duro tá safado? ? eu hipnotizado com aquela cena disse que sim, disse que estava todo babado e quando fui me masturbar ela pediu pra me chupar, me ajoelhei na cama ao lado de seu rosto, ela virou um pouco de lado e começou a passar a ponta da língua na cabeça do meu pau, lambendo todo liquido que o tesão me fazia soltar, ela se virou de lado de vez, as pernas abertas, uma mão fazendo o consolo entrar e sair de sua bucetinha, a outra apertando meu pau enquanto ela chupava minha cabeça se deliciando com meu mel, ela tirou o consolo de dentro dela, parou de me chupar e olhando para mim sem soltar meu pau me disse ? me beija, vem amor, vem me comer vem, não quero mais esse negocio de plástico, quero seu pau dentro de mim, desci até seus pezinhos e comecei a beija-los, eu adoro um pé, o dela era lindo, e ela por sua vez morria de tesão quando eu enfiava seu dedão na boca e o chupava com força, dos pezinhos, fui beijando, chupando e lambendo suas pernas até chegar em sua virilha, ela afastou mais as pernas, eu dei um chupão gostoso em sua virilha, depois fui pra sua bucetinha, chupei ela bem gostoso sem muita pressa, ela puxava meu cabelo, me puxando para cima, e cada parte de seu corpo que subia minha língua e minha boca iam passeando por ela até chegar em seus seios, aqueles bicos rosados, aqueles seios grandes, branquinhos eram uma delicia de se pegar de chupar, subi um pouco mais beijando seu pescoço até chegar em sua boca, nossa línguas travavam uma batalha molhada, senti a mão de Mariana pegando meu pau e o levando até a entrada de sua bucetinha ? me come amor, me come gostoso ? meu pau bem dizer escorregou pra dentro de sua buceta toda molhada, senti meu saco encostar na sua bundinha, ela descolou seu lábio do meu, deu um gemido gostoso enquanto cravava suas unhas em minhas costas, comecei a comer ela com vontade, com força, queria sentir ela gozar comigo, nós nos beijávamos, nossas mãos apertavam com força um ao outro, meu pau entrava e saia gostoso de dentro de sua bucetinha, como ela estava quente naquela noite, eu falava palavrões em seu ouvido, dizia que sua bucetinha estava pegando fogo, e cada palavra e cada investida de meu pau nela, ela me arranhava e mordia, logo Mariana gozou, senti seu corpo tremer, levei uma mordida forte no ombro, eu também não podia me segurar mais, tirei meu pau de dentro dela e gozei gostoso, jogando meu gozo sobre sua barriga, alagando seu umbigo, melando ela até perto dos seus seios, nos beijos carinhosamente e me deitei ao seu lado, ela rolou por cima de mim se esfregou um pouco sobre meu peito, ficamos os dois melados de gozo e suor regados de paixão e tesão. Nesta noite mais loucuras aconteceram e depois dessa varias outras ainda mais divertidas vieram, a coisa toda foi tão boa, tão intensa que toda vez que íamos a motéis levamos o brinquedinho, é claro que compramos um bem melhor , feito de um material parecido com uma gelatina e íamos bem mais preparados com óleos, lubrificantes e é claro muito tesão. Logo volto com mais uma experiência, estou até lembrando dela agora, e esse vibrador serviu de incentivo e motivação para realizarmos uma fantasia oculta nossa até aquele momento. Espero que tenham gostado, felicidades e prazeres a todos.
Eduardo
www.turbinado@hotmail.com
Ola, novamente estou aqui para relatar mais uma experiência minha, assim como a anterior que postei, Finge que não vendo, para quem não a leu, meu nome é Eduardo, sou de São Paulo. Assim como na outra historia que relatei, essa também se passou com Mariana, minha ex-namorada, com a qual realizei quase todas nossas fantasias. Sempre que estávamos entre paredes nosso tesão falava mais alto, e aos pouco fomos experimentando tudo o que nos vinha em mente, mas em uma noite em um motel da região, achamos que tínhamos nos superado, ao entrarmos no quarto, como sempre, dávamos uma geral, víamos o que estava a nossa disposição e neste havia uma cesta cheia de produtos eróticos, pomadas pra isso, creme pra aquilo, aquelas bolinhas, e entre eles dois vibradores, um realista e outro daqueles que parecem um batom gigante. Mariana já estava toda excitada e eu não ficava atrás, quando percebemos já estávamos nos pegando, nos chupando. O tesão já estava a mil, e eu não conseguia parar de pensar em pegar aquela rola de borracha e masturbar Mari com ela, e foi quando ela ficou de quatro pra mim, arrebitando aquela bundinha gostosa que não aguentei mais e falei a ela que iria pegar aquele consolo e a masturbar com ele enquanto eu a chupava, ela ficou meio sem reação, e eu a deixei escolher, ela pegou logo o realista, ficou com um pouco de medo ou vergonha, mas eu podia sentir em sua pele que ela estava gostando da ideia, tirei danado da embalagem e fui lava-lo, Mariana veio atrás de mim, enquanto eu lavava aquele treco na pia ela por trás de mim começava a me masturbar, meu pau que estava mais pra mole do que pra duro começava a pulsar e logo estava duro de novo, quando voltamos para cama passei o brinquedinho para ela, começamos a nos beijar e ela acariciando meu pau com uma mão e na outra o consolo, estávamos novamente loucos de tesão, pedi pra que Mari ficasse de quatro pra mim, ela empinou a bunda e me deixou a vontade para fazer o que quisesse, ali eu me saboreava, chupava sua bucetinha com gosto, lambia seu cuzinho, esquentei bem meu amor e bem suavemente fui enfiando aquela rola de borracha em sua bucetinha, ela suspirou forte, e abaixou os ombros fazendo seus seios ficarem apoiados no colchão, ao mesmo tempo que eu fazia movimentos de vai e vem me deitei debaixo de suas pernas abertas e passei a chupar e lamber seu clitóris, ela deu um gritinho de tesão, sua buceta escorria em minha boca, e eu já não aguentava mais, tirei aquilo de dentro dela e coloquei o meu, ela gemia gostoso me levando ao delírio, mas ainda não estava bom, eu queria ver ela louca, queria muito dar o maximo de tesão para ela aquela noite, me deitei e fiz ela vim com a bucetinha sobre meu rosto, ela se virou e fizemos um meia nove maravilhoso, sua buceta melada esfregando em minha boca, meu pau duro com seu mel era chupado com vontade por ela, ela adorava sentir seu gosto, tanto em minha boca como eu meu pau, mas o melhor ainda estava por vir, ao passar a mão pela cama senti o danado do consolo ao nosso lado, não pensei duas vezes, comecei a passar aquela cabeça de borracha na entrada de sua bucetinha, com língua fazia movimentos em seu clitóris, ela já estava gemendo mais alto, parou de me chupar e agarrava meu pau pela base tão apertado que eu sentia as veias dele quase estourando, então comecei a penetra-la com aquilo, enfiei metade e comecei a masturbar e chupar ela ao mesmo tempo, ela não gritava, ela urrava, um urro grosso sem pudor, sem censura, pedia a ela que chupasse meu pau, ela quase arrancou minha cabeça de tão forte que foi sua chupada, com meu pau em sua boca ela soltava gritinhos abafados por ele, foi quando senti sua mão em cima da minha, tirou minha mão do seu brinquedinho e começou a soca-lo com força pra dentro de sua bucetinha, eu ali de baixo chupando e vendo ela se masturbar ficava cada vez mais alucinado, em meio aos seus gemidos, urros e gritos ouvia ela dizendo o quando aquilo era bom, bate uma pra mim amor ela dizia, no tesão que eu estava obedeci, e enquanto ela se masturbava pra mim eu batia uma pra ela, sentia sua língua na cabeça do meu pau, ora eu parava de bater uma pra ela chupar, até ouvir ela gritar que iria gozar, passei a esfregar ainda mais forte minha língua em sua bucetinha e me masturbar mais rápido, senti seu corpo tremer e em seguida um grito maravilhoso, nem tentei me segurar, senti minha porra jorrando e em seguida a boca de Mari engolindo meu pau que ainda soltava as ultimas gotas de meu gozo, eu, ali por baixo lambendo sua bucetinha toda melada com seu gozo, vi o consolo sendo lançado nem sei pra onde, ela estava quase desfalecida sobre mim, lambendo suavemente meu pau e eu fazendo o mesmo com aquela buceta maravilhosa. Ficamos assim por vários minutos, depois deitamos um ao lado do outro tentando retomar o fôlego, tomamos um banho maravilhoso juntos e fomos para a banheira, ficamos quase uma hora relaxando e fazendo caricias de leve um no outro, foi quando eu disse a ela que queria ver ela se masturbando com o consolo, fiquei pirado naquilo, ela ficou meio sem graça mas me deu isso de presente, assim que saímos da banheira ela se deitou na cama, mandou que eu ficasse sentado próximo a seus pés apenas olhando, ela pegou o consolo e começou a lamber da mesma forma que fazia com meu pau, chupou um pouco e foi deslizando ele até seus volumosos seios, passava ele no bico de um depois no outro, eu vendo aquilo já de pau duro, ela o levou até a boca, o molhou com uma grande quantidade de saliva e o levou até sua buceta, o esfregou por sua entrada, forçou um pouco e vi aquele consolo sendo engolido até perto da metade, ela fez alguns movimentos o retirou e o levou a boca de novo, nessa hora meu pau já tava até babando, e eu louco pra ir pra cima dela, ela me pediu para que eu a chupasse, e aquelas palavras dela me alucinavam ? vem amor, me chupa, vem me deixar molhadinha vem ? como não fazer aquilo, cai de boca, tentava enfiar a minha língua o mais fundo possível, com a boca na sua bucetinha podia ver ela chupando o consolo, quando percebi que ela já estava no ponto novamente, toda molhada, toda lubrificada me afastei, ela encostou o brinquedinho na sua buceta e me disse ? olha amor, vou brincar pra você - e novamente ela começou a enfiar o consolo dentro de sua buceta, - ta gostando amor? Ta gostando de ver? ? ta de pau duro tá safado? ? eu hipnotizado com aquela cena disse que sim, disse que estava todo babado e quando fui me masturbar ela pediu pra me chupar, me ajoelhei na cama ao lado de seu rosto, ela virou um pouco de lado e começou a passar a ponta da língua na cabeça do meu pau, lambendo todo liquido que o tesão me fazia soltar, ela se virou de lado de vez, as pernas abertas, uma mão fazendo o consolo entrar e sair de sua bucetinha, a outra apertando meu pau enquanto ela chupava minha cabeça se deliciando com meu mel, ela tirou o consolo de dentro dela, parou de me chupar e olhando para mim sem soltar meu pau me disse ? me beija, vem amor, vem me comer vem, não quero mais esse negocio de plástico, quero seu pau dentro de mim, desci até seus pezinhos e comecei a beija-los, eu adoro um pé, o dela era lindo, e ela por sua vez morria de tesão quando eu enfiava seu dedão na boca e o chupava com força, dos pezinhos, fui beijando, chupando e lambendo suas pernas até chegar em sua virilha, ela afastou mais as pernas, eu dei um chupão gostoso em sua virilha, depois fui pra sua bucetinha, chupei ela bem gostoso sem muita pressa, ela puxava meu cabelo, me puxando para cima, e cada parte de seu corpo que subia minha língua e minha boca iam passeando por ela até chegar em seus seios, aqueles bicos rosados, aqueles seios grandes, branquinhos eram uma delicia de se pegar de chupar, subi um pouco mais beijando seu pescoço até chegar em sua boca, nossa línguas travavam uma batalha molhada, senti a mão de Mariana pegando meu pau e o levando até a entrada de sua bucetinha ? me come amor, me come gostoso ? meu pau bem dizer escorregou pra dentro de sua buceta toda molhada, senti meu saco encostar na sua bundinha, ela descolou seu lábio do meu, deu um gemido gostoso enquanto cravava suas unhas em minhas costas, comecei a comer ela com vontade, com força, queria sentir ela gozar comigo, nós nos beijávamos, nossas mãos apertavam com força um ao outro, meu pau entrava e saia gostoso de dentro de sua bucetinha, como ela estava quente naquela noite, eu falava palavrões em seu ouvido, dizia que sua bucetinha estava pegando fogo, e cada palavra e cada investida de meu pau nela, ela me arranhava e mordia, logo Mariana gozou, senti seu corpo tremer, levei uma mordida forte no ombro, eu também não podia me segurar mais, tirei meu pau de dentro dela e gozei gostoso, jogando meu gozo sobre sua barriga, alagando seu umbigo, melando ela até perto dos seus seios, nos beijos carinhosamente e me deitei ao seu lado, ela rolou por cima de mim se esfregou um pouco sobre meu peito, ficamos os dois melados de gozo e suor regados de paixão e tesão. Nesta noite mais loucuras aconteceram e depois dessa varias outras ainda mais divertidas vieram, a coisa toda foi tão boa, tão intensa que toda vez que íamos a motéis levamos o brinquedinho, é claro que compramos um bem melhor , feito de um material parecido com uma gelatina e íamos bem mais preparados com óleos, lubrificantes e é claro muito tesão. Logo volto com mais uma experiência, estou até lembrando dela agora, e esse vibrador serviu de incentivo e motivação para realizarmos uma fantasia oculta nossa até aquele momento. Espero que tenham gostado, felicidades e prazeres a todos.
Eduardo
www.turbinado@hotmail.com
Meia-Noite no escritório do bem e do mal
Verão, 33ºC, meia-noite, periferia de Lisboa, e ainda no trabalho... Uma noite como tantas outras, a tentar resolver as muitas coisas que não consegui durante o expediente. O ar quente e pesado, o cansaço, já me haviam feito desabotoar a camisa e alargar o nó da gravata. Os últimos "resistentes" foram saindo a conta-gotas, despedindo-se de mim. Como era normal, eu e a Maria, acabámos por ficar sozinhos, éramos geralmente os últimos a sair... A Maria, conheço-a desde os tempos académicos, há cerca de 15 anos... estudámos juntos e quando fui admitido para liderar a equipa de projectos especiais onde trabalho, recrutei-a para a minha equipa atendendo à sua enorme competência... e os anos passaram sem que pela nossa relação passasse o que quer que fosse de pessoal, para além de uma profunda amizade. Rimos, chorámos, almoçámos, jantámos, viajámos... mas nunca, e só hoje percebo isso, nunca parei a olhar a mulher, não a amiga nem colega... Faço uma pausa, reclino a cadeira para me reconfortar, e assim fico uns minutos... recomponho-me, e reparo que a Maria está à minha frente, pronta para sair. "Vais embora?", pergunto. "Vou. É tarde. E tu?", responde. Digo-lhe que vou ficar mais um pouco, o tempo necessário para testar o modelo mecânico que estava a finalizar... Ela olhou-me fixa e demoradamente, e disse "Queres pedir-me para ficar?". "Não.", respondi, "Estás no teu limite, nunca te poderia pedir mais do que o que tens feito...". Inconformada com a minha resposta, devolveu "Hoje, só hoje, pede-me para ficar. Sou uma mulher David!". Esta frase perturbou-me os sentidos, de tal forma que me levantei institivamente, enquanto a olhava profundamente. "Maria, o que queres dizer?", "Quero que pares, que me olhes, que me toques, que me beijes, que me dispas, que me explores, que me possuas. Quero isto David! Uma noite! Hoje...".. Permanece a olhar-me esperando a minha reacção... Movido pelo instinto, colei a minha boca na dela, num profundo e demorado linguado... Não era amor, não era paixão. Foi um desejo súbito e recíproco que nos levou aquele momento, de onde já não havia retorno. Deitei-a sobre a mesa, nunca abrindo mão daqueles cabelos negros, sedosos, cheirosos... Ela, e eu, ofegávamos com a excitação que nos assaltava... As minhas mãos, descontroladas, desceram para voltar a subir pelo seu corpo, já arrastando a ponta do vestido curto que se desprendeu do seu corpo... ao mesmo tempo, dei por mim já sem o que restava da gravata, e com a camisa aberta, rasgada. Freneticamente, apertei aquelas mamas contra a minha boca. Senti as mãos dela abrirem caminho e agarrarem o meu pau. Parei! Lembro-me de pensar para mim "Controla-te!". Antes que eu pudesse dizer o que quer que fosse, empurrou-me, sentando-me novamente na cadeira. Sentada na mesa, abriu as pernas mesmo em minha frente. Linguei aquela coninha doce, molhada e quente durante vários minutos. Sentia os espasmos da Maria na minha boca. Virou-se de quatro em cima da mesa, para que eu prolongasse o meu trabalho de lingua até aquele cuzinho. Eu próprio já tirara as calças, a custo, e já sentia os pés da Maria a tocarem o meu pau. Recolocámo-nos, e a Maria desceu, começando uma mamada profunda e demorada como até aí eu nem sonhava ser possível... Parou, olhou-me, subiu, e sentou-se no meu pau, apertando a minha boca contra as mamas. Senti-me a invadir aquela cona apertada e quente, enquanto ela montava com um ritmo compassado. Com uma mão mexia nas minhas bolas, com a outra tocava o clito, enquanto eu abocanhava aquelas mamas com sofreguidão. Trocámos. A Maria pôs-se de quatro na cadeira, com uma perna empinada para cima da secretária. Enterrei o meu pau por trás e comecei a bombar e a dar umas estocadas fortes que faziam a Maria gemer de prazer. Sentia a mão dela brincar com os meus colhões que iam socando aquela rata ritmadamente... Senti que me vinha, e parei abruptamente. A tesão era muita, tinha de me acalmar... A Maria percebeu instantaneamente, e enquanto eu me recompunha um pouco, masturbava-se deitada em cima da mesa, mesmo à minha frente, mostrando-se... Um par de minutos foram suficientes para recuperar a estamina, e aproveitando-a deitada, segurei cada uma das suas pernas com uma só mão, com a outra mão ajeitei aquele cuzinho para o meu pau, e olhei-a. Ela afirmou com o olhar, e sem receios, peguei alguma saliva directamente da sua boca com os dedos, molhei o meu pau, e fodi aquele cu. Abri-lhe as pernas para poder tocar-lhe a cona enquanto a enrabava, e veio-se instantaneamente numa explosão de gemidos e de gozo que eu senti escorrer pela minha verga e pelas minhas bolas... Quase de seguida, com o impulso dado pelo orgasmo da Maria, tirei o meu caralho daquele cu delicioso, encostei a cabecinha naquela cona abrindo-lhe os lábios com os dedos, toquei-me, e vim-me com uma vontade tremenda, vazei a minha esporra. A Maria apressou-se a espalhar o meu leite pelos pelinhos curtos e pelo meu caralho, que continuava junto à sua ratinha quente... Por fim, levantámos, vestimos, e por fim falou-me "David... Tudo como dantes? Ou nada como dantes?" - "Maria... Nada poderá ser como antes, porque estupidamente ignorei durante anos a mulher que tu és..."
De temporária a amante
Trabalho na indústria da construção civil administrando obras em Porto Alegre e Região Metropolitana e tenho uma auxiliar que me ajuda na parte de RH/DP.
Bom essa auxiliar saiu em férias no dia 05/12/11 e resolvi colocar uma temporária pra me ajudar. Por indicação de minha auxiliar resolvi contratar uma amiga dela como temporária, pois ela estava desempregada, mas tem experiência na área. Bom, quando me foi apresentada essa guria estava tão atarefado que não prestei muita atenção nela. Então dia 5 ela iniciou. Nesse dia notei que ela era e é uma guria bonita e tem um corpo interessante. Como trabalhamos em obra, as mulheres geralmente não utilizam vestimentas que usariam em um escritório. As roupas são bem mais discretas e soltas, pois peão é uma raça triste.
Voltando ao trabalho, no dia que iniciou ela me questionou algumas coisas e sempre que possível eu dedicava um tempo para lhe passar algo que específico da construção civil. Saímos para almoçar juntos e ai sim pude conhecer um pouco de sua história. Ela me contou que é casada e que estava desempregada há alguns meses. Fiquei sabendo também que não tem filhos, tem 24 anos e o marido trabalha com informática e viaja bastante, inclusive estava no Paraná. Ao final desse dia nada aconteceu de diferente.
O decorrer da semana foi tranqüilo, mas no sábado, dia 10, trabalharíamos o dia inteiro, mas ela só se apresentou a tarde, com uma roupa bem extravagante, blusa decotada que deixavam seus seios mais empinados e parecendo querer saltar para fora, sua calça era bem colada ao corpo delineando deliciosamente sua bunda e coxas, ela é loira, deve medir + ou - 1,65mt, seios médios, bunda linda, redonda e empinada. Lhe perguntei o por que de tamanha produção e já aproveitei para pedir que manerasse nas roupas que ia trabalhar. Ela por sua me pediu desculpas pelo atraso, pela roupa, mas me explicou que tinha ido a uma festa e que havia dormido na casa de uma amiga e me fez uma pergunta que me deixou quase sem jeito, me perguntou se eu não gostava de mulher vestida para caçar. Eu quase sem jeito respondi que eu preferia ser o caçador. Como sábado é um dia mais tranqüilo, passamos a tarde conversando sobre diversas coisas e como sempre o sexo entra na roda.
Ela me contou que o marido viajava muito, então aproveitavam pouco e ela abriu que se satisfazia sozinha. Nosso papo esquentava a cada frase, então brincando eu disse para mudarmos de assunto, pois eu estava ficando com tesão e não responderia por meus atos. Pra minha surpresa a resposta foi que ela responderia por meus atos. A mulher é mesmo uma caçadora pensei. Mas o assunto morreu ali. As 16 hr estávamos saindo e ofereci carona a ela, mesmo não sendo para o mesmo lado que moramos. Depois da conversa que tivemos, eu queria e precisava ter aquela mulher. No caminho fomos conversando sobre outras coisas, mas acabamos voltando ao assunto sexo. Ela abertamente me contou algumas fantasias e uma dessas fantasias era transar na cama onde dormia, com o marido olhando, eu ri e brincando me convidei para realizar essa fantasia, pensei se colar ótimo, senão foi só brincadeira. Ela riu também, mas não deu resposta alguma.
Chegamos a casa dela e eu praticamente me convidei pra entrar, perguntando se serviam café na casa dela. Ela disse que é claro e fomos pra dentro. Ficamos na cozinha conversando e me pediu que aguardasse o café passar e ela se banhar e se vestir, pois não agüentava mais aquela roupa da festa. Então fui até a sala da casa e ela foi para o quarto, enquanto eu estava na sala ela passou enrolada na toalha em direção ao banheiro, eu quase arranquei com os olhos a toalha. 15 a 20 min depois ela saiu do banho enrolada novamente na toalha, agora com os cabelos molhados e correu para o quarto. Ela voltou vestindo um vestido bem simples com os cabelos ainda úmidos, então voltamos a cozinha e tomamos um café, ficamos conversando, na segunda e última xícara, pois eu já estava sem esperança de rolar algo, ia me retirar, ela derramou café em cima de mim. Então me disse vai ter que te trocar e me ofereceu uma camiseta do marido, me levou até o quarto e pediu que eu tirasse minha camisa. Quando comecei a tirar ela veio me ajudar e levemente deslizou suas mãos no meu corpo e braços, estávamos quase abraçados, rosto a rosto. Eu não resisti e investi, ela correspondeu e ficamos nos beijando acaloradamente por um tempo que parecia interminável, que boca maravilhosa, nossas línguas se chocavam e meu sangue fervia, meu coração acelerado, nossos corpos querendo contrariar as leis da física, tentando utilizar o mesmo espaço. Comecei a levantar seu vestido, retirando-o completamente, ela estava apenas de calcinha, uma calcinha de renda branca que exibia apenas um fio atrás. A joguei na cama e me posicionei deitado por cima passando beijá-la novamente. Então passei a percorrer seu corpo com minha boca alternando entre beijos, lambidas e mordidas leves. Demorei bastante tempo em seus seios, pois eram maravilhosos, eu percorria seus bicos lambendo, chupando e mordendo, agarrando e apertando com a mão. Depois percorri sua barriga beijando e quando cheguei a sua área mais esplendorosa a virei de costas na cama, pois ainda não era a hora de enfrentar aquela maravilha cheirosa e totalmente depilada. Então mordi e beijei, acariciei e apertei aquelas duas porções carnosas e arredondadas.
Chegava após isso a hora de me deleitar com sua genitália, arranquei sua calcinha e vi sua xana depilada, lisinha e já bem lubrificada. Virei-a novamente na cama. Como adoro praticar sexo oral numa xaninha assim, bem depilada e molhada. Chupei aquela boceta com muita vontade, enfiava minha língua e brincava dentro e fora de sua boceta sentido o odor e o gosto de seu sexo. Suas pernas se entrelaçavam em mim num abraço forte como se fosse uma camisa de força. Por alguns minutos fiquei ali me deliciando, ouvindo essa mulher gemer e sentido o aperto de suas pernas. Então aconteceu o que me dá o maior prazer em uma relação sexual. Ela gozou, suas pernas primeiro me apertaram mais forte e depois aliviaram a pressão até se desentrelaçarem de meu corpo, seus gemidos foram autos e depois apenas sua respiração era audível, ela teve espasmos, seu corpo estremecia. Eu assisti aquilo tudo maravilhado. Seu corpo tombado na cama e agora apenas eu via seu sorriso, seus olhos fechados e suas mãos agarrando seus seios.
Dei-lhe tempo para se recuperar.
Eu ainda vestia minhas calças e agora estava de pé então ela veio, desprendeu meu cinto, abriu e sacou minhas calças deixando-as arreadas... para retirar minha cueca ela foi leve com suas mãos nas laterais, baixando vagarosamente e beijando minha barriga. Tirou minha cueca toda e começou a lamber meu pênis, lambia vagarosamente, massageando minhas bolas com uma mão e com a outra segurando meu garoto (só pra constar não tenho um pau enorme, ele está dentro da média (16cm)). Ela passou a alternar entre lambidas e sugadas, sugadas mesmo, pois sugava como se fosse um canudo. Eu estava com muito tesão, segurei-a pelos cabelos e fudi sua boca como fudesse uma boceta. Ela babava em meu pênis e isso me dava mais excitação. Foi um maravilhoso oral que durou, acredito, uns 5 minutos... a deitei novamente na cama e retirei sua calcinha, me despi totalmente, a puxei para beira da cama, levantei suas pernas encaixando-as em meus ombros (posição pés nivelados) e penetrei aquela xana molhada, lisa, deliciosa. Após alguns minutos eu me deitei e ela subiu sobre meu corpo e cavalgou deliciosamente. Depois me pediu que a fodesse de quatro, que era sua posição preferida e quando ela sentia maior prazer... então ficou na posição e eu comecei a bombar em sua xana. Às vezes rápido e forte e outras vezes vagarosamente. Eu olhava aquela mulher rebolando de quatro e não resisti, molhei meu dedão esquerdo com saliva e brinquei com seu cuzinho, só na entradinha... ela adorou e pediu pra enfiar o dedo todo. Agora eu penetrava sua boceta com meu guri e seu cuzinho com meu dedo. Depois deitamos e transamos de lado, ela segurou meu pau e passou a esfregá-lo em seu clitóris e grandes lábios, isso me deixou louco, eu me segurava pra não gozar, mas quando vi que também estava quase gozando liberei, gozei e melequei sua mão e boceta, mas ela não parou de esfregar até gozar. Dor lancinante, exaustiva, mas intensa e maravilhosa.
Transamos mais duas vezes nesse dia na casa dela, no banheiro e novamente em seu quarto.
O marido não viu, mas parte da fantasia ela realizou.
Agora tenho duas auxiliares, sendo que sou amante de uma delas. Ela ainda quer que o marido assista a uma transa nossa. Perguntei se ela havia contado sobre nós ao marido e apenas sorriu... Esses dias ela deu a entender que também queria minha outra auxiliar transando conosco. Quem sabe, seria ótimo... se acontecer escrevo aqui.
Bom essa auxiliar saiu em férias no dia 05/12/11 e resolvi colocar uma temporária pra me ajudar. Por indicação de minha auxiliar resolvi contratar uma amiga dela como temporária, pois ela estava desempregada, mas tem experiência na área. Bom, quando me foi apresentada essa guria estava tão atarefado que não prestei muita atenção nela. Então dia 5 ela iniciou. Nesse dia notei que ela era e é uma guria bonita e tem um corpo interessante. Como trabalhamos em obra, as mulheres geralmente não utilizam vestimentas que usariam em um escritório. As roupas são bem mais discretas e soltas, pois peão é uma raça triste.
Voltando ao trabalho, no dia que iniciou ela me questionou algumas coisas e sempre que possível eu dedicava um tempo para lhe passar algo que específico da construção civil. Saímos para almoçar juntos e ai sim pude conhecer um pouco de sua história. Ela me contou que é casada e que estava desempregada há alguns meses. Fiquei sabendo também que não tem filhos, tem 24 anos e o marido trabalha com informática e viaja bastante, inclusive estava no Paraná. Ao final desse dia nada aconteceu de diferente.
O decorrer da semana foi tranqüilo, mas no sábado, dia 10, trabalharíamos o dia inteiro, mas ela só se apresentou a tarde, com uma roupa bem extravagante, blusa decotada que deixavam seus seios mais empinados e parecendo querer saltar para fora, sua calça era bem colada ao corpo delineando deliciosamente sua bunda e coxas, ela é loira, deve medir + ou - 1,65mt, seios médios, bunda linda, redonda e empinada. Lhe perguntei o por que de tamanha produção e já aproveitei para pedir que manerasse nas roupas que ia trabalhar. Ela por sua me pediu desculpas pelo atraso, pela roupa, mas me explicou que tinha ido a uma festa e que havia dormido na casa de uma amiga e me fez uma pergunta que me deixou quase sem jeito, me perguntou se eu não gostava de mulher vestida para caçar. Eu quase sem jeito respondi que eu preferia ser o caçador. Como sábado é um dia mais tranqüilo, passamos a tarde conversando sobre diversas coisas e como sempre o sexo entra na roda.
Ela me contou que o marido viajava muito, então aproveitavam pouco e ela abriu que se satisfazia sozinha. Nosso papo esquentava a cada frase, então brincando eu disse para mudarmos de assunto, pois eu estava ficando com tesão e não responderia por meus atos. Pra minha surpresa a resposta foi que ela responderia por meus atos. A mulher é mesmo uma caçadora pensei. Mas o assunto morreu ali. As 16 hr estávamos saindo e ofereci carona a ela, mesmo não sendo para o mesmo lado que moramos. Depois da conversa que tivemos, eu queria e precisava ter aquela mulher. No caminho fomos conversando sobre outras coisas, mas acabamos voltando ao assunto sexo. Ela abertamente me contou algumas fantasias e uma dessas fantasias era transar na cama onde dormia, com o marido olhando, eu ri e brincando me convidei para realizar essa fantasia, pensei se colar ótimo, senão foi só brincadeira. Ela riu também, mas não deu resposta alguma.
Chegamos a casa dela e eu praticamente me convidei pra entrar, perguntando se serviam café na casa dela. Ela disse que é claro e fomos pra dentro. Ficamos na cozinha conversando e me pediu que aguardasse o café passar e ela se banhar e se vestir, pois não agüentava mais aquela roupa da festa. Então fui até a sala da casa e ela foi para o quarto, enquanto eu estava na sala ela passou enrolada na toalha em direção ao banheiro, eu quase arranquei com os olhos a toalha. 15 a 20 min depois ela saiu do banho enrolada novamente na toalha, agora com os cabelos molhados e correu para o quarto. Ela voltou vestindo um vestido bem simples com os cabelos ainda úmidos, então voltamos a cozinha e tomamos um café, ficamos conversando, na segunda e última xícara, pois eu já estava sem esperança de rolar algo, ia me retirar, ela derramou café em cima de mim. Então me disse vai ter que te trocar e me ofereceu uma camiseta do marido, me levou até o quarto e pediu que eu tirasse minha camisa. Quando comecei a tirar ela veio me ajudar e levemente deslizou suas mãos no meu corpo e braços, estávamos quase abraçados, rosto a rosto. Eu não resisti e investi, ela correspondeu e ficamos nos beijando acaloradamente por um tempo que parecia interminável, que boca maravilhosa, nossas línguas se chocavam e meu sangue fervia, meu coração acelerado, nossos corpos querendo contrariar as leis da física, tentando utilizar o mesmo espaço. Comecei a levantar seu vestido, retirando-o completamente, ela estava apenas de calcinha, uma calcinha de renda branca que exibia apenas um fio atrás. A joguei na cama e me posicionei deitado por cima passando beijá-la novamente. Então passei a percorrer seu corpo com minha boca alternando entre beijos, lambidas e mordidas leves. Demorei bastante tempo em seus seios, pois eram maravilhosos, eu percorria seus bicos lambendo, chupando e mordendo, agarrando e apertando com a mão. Depois percorri sua barriga beijando e quando cheguei a sua área mais esplendorosa a virei de costas na cama, pois ainda não era a hora de enfrentar aquela maravilha cheirosa e totalmente depilada. Então mordi e beijei, acariciei e apertei aquelas duas porções carnosas e arredondadas.
Chegava após isso a hora de me deleitar com sua genitália, arranquei sua calcinha e vi sua xana depilada, lisinha e já bem lubrificada. Virei-a novamente na cama. Como adoro praticar sexo oral numa xaninha assim, bem depilada e molhada. Chupei aquela boceta com muita vontade, enfiava minha língua e brincava dentro e fora de sua boceta sentido o odor e o gosto de seu sexo. Suas pernas se entrelaçavam em mim num abraço forte como se fosse uma camisa de força. Por alguns minutos fiquei ali me deliciando, ouvindo essa mulher gemer e sentido o aperto de suas pernas. Então aconteceu o que me dá o maior prazer em uma relação sexual. Ela gozou, suas pernas primeiro me apertaram mais forte e depois aliviaram a pressão até se desentrelaçarem de meu corpo, seus gemidos foram autos e depois apenas sua respiração era audível, ela teve espasmos, seu corpo estremecia. Eu assisti aquilo tudo maravilhado. Seu corpo tombado na cama e agora apenas eu via seu sorriso, seus olhos fechados e suas mãos agarrando seus seios.
Dei-lhe tempo para se recuperar.
Eu ainda vestia minhas calças e agora estava de pé então ela veio, desprendeu meu cinto, abriu e sacou minhas calças deixando-as arreadas... para retirar minha cueca ela foi leve com suas mãos nas laterais, baixando vagarosamente e beijando minha barriga. Tirou minha cueca toda e começou a lamber meu pênis, lambia vagarosamente, massageando minhas bolas com uma mão e com a outra segurando meu garoto (só pra constar não tenho um pau enorme, ele está dentro da média (16cm)). Ela passou a alternar entre lambidas e sugadas, sugadas mesmo, pois sugava como se fosse um canudo. Eu estava com muito tesão, segurei-a pelos cabelos e fudi sua boca como fudesse uma boceta. Ela babava em meu pênis e isso me dava mais excitação. Foi um maravilhoso oral que durou, acredito, uns 5 minutos... a deitei novamente na cama e retirei sua calcinha, me despi totalmente, a puxei para beira da cama, levantei suas pernas encaixando-as em meus ombros (posição pés nivelados) e penetrei aquela xana molhada, lisa, deliciosa. Após alguns minutos eu me deitei e ela subiu sobre meu corpo e cavalgou deliciosamente. Depois me pediu que a fodesse de quatro, que era sua posição preferida e quando ela sentia maior prazer... então ficou na posição e eu comecei a bombar em sua xana. Às vezes rápido e forte e outras vezes vagarosamente. Eu olhava aquela mulher rebolando de quatro e não resisti, molhei meu dedão esquerdo com saliva e brinquei com seu cuzinho, só na entradinha... ela adorou e pediu pra enfiar o dedo todo. Agora eu penetrava sua boceta com meu guri e seu cuzinho com meu dedo. Depois deitamos e transamos de lado, ela segurou meu pau e passou a esfregá-lo em seu clitóris e grandes lábios, isso me deixou louco, eu me segurava pra não gozar, mas quando vi que também estava quase gozando liberei, gozei e melequei sua mão e boceta, mas ela não parou de esfregar até gozar. Dor lancinante, exaustiva, mas intensa e maravilhosa.
Transamos mais duas vezes nesse dia na casa dela, no banheiro e novamente em seu quarto.
O marido não viu, mas parte da fantasia ela realizou.
Agora tenho duas auxiliares, sendo que sou amante de uma delas. Ela ainda quer que o marido assista a uma transa nossa. Perguntei se ela havia contado sobre nós ao marido e apenas sorriu... Esses dias ela deu a entender que também queria minha outra auxiliar transando conosco. Quem sabe, seria ótimo... se acontecer escrevo aqui.
Dessa vez o desejo falo mais forte
Meu nome é Carlos, moreno, um pouco forte devido alguns poucos anos de exercicio, casado, com filhos, sexualmente muito ativo. Há cerca de 4 anos abri uma pequena perfumaria e, desde então me pergunto como existem tantas mulheres lindas e carentes na rua. Digo isso por que logo quando abri a loja conheci Silene.
Sempre passava na rua impecável e muito cheirosa, com seus 28 anos, 1,65m com um corpo bem torneado, olhos sedutores, e atitude séria e sensual ao mesmo tempo. Ela era enigmática, observava aquela mulher sempre que podia e a deseja como nunca desejei ninguém, porem com muito respeito as poucas vezes que ia em minha loja não tinha coragem de olhar nos seus olhos, mas meu corpo pulsava prazer somente de estar com ela frente a frente. Ia para casa e fazia sexo com tanta intensidade que minha mulher pedia "água" muitas vezes. E eu me acabava na masturbação em função da Silene.
Certo dia de muita chuva, sozinho pois minha funcionaria tinha ficado gripada, estava no balcão por volta das 17hrs quando a Silene entrou toda molhada com o guarda-chuva quebrado, meu sem jeito meu olhou e perguntou se podia esperar ali um pouco. Juro que ao ver a sua blusa toda molhada e seus bicos acessos quase rasgando o seu sutiã e tentei dizer alguma coisa mas não saiu inicialmente. Olhei pela primeira vez em seus olhos e disse que se quisesse tinha um banheiro feminino na lateral, pode ser enxugar com uma toalha minha.
Ela respondeu meio sem graça que não tinha necessidade da toalha mas eu insisti fazendo uma observação a roupa dela toda molhada. Ela foi ate o banheiro que fica em frente do caixa e eu em seguida levei a toalha ate ela. Nesse momento o seu sorriso me deixou tão louco de desejo que fiquei novamente contemplando os seus seios duros, acessos e perfeitos. Silene me olhou e passou a toalha em seu rosto e me disse: a toalha tem um perfume que adoro!
Brinquei dizendo que aquele perfume era meu e não tinha a venda na loja. Então levemente maliciosa passou a toalha em seu pescoço descendo aos seios e me observando disse: É uma pena! você não tem medo de ficar sozinho com essa chuva? Olhe que alguem pode ter fazer algo e deu uma risada discreta. Abri um sor1riso meio sacana e disse que do jeito que eu era meio feio e com essa cara séria não tinha problema, nisso ela rindo me devolveu a toalha e me disse: tenho que pegar meu celular e avisar a escola do meu filho menor que irei atrasar. Dei alguns passos para tras mas mesmo assim o espaço ficou pequeno entre nós, Silene passou diante mim e para não esbarrar nas estantes de tras encostou sem corpo ao meu, sentindo meu penis tão duro que despontava. Olhei para baixo sem querer e ela notou o volume me olhando nos olhos ficando um pouco sem graça mas percebi a mordidinha nos labios que deu quando passou perto de um espelho de batons.
Naqueles minutos parece que o tempo havia parado porque ninguem entrava na loja, e então como estávamos ali sozinhos, esperei ela ligar para a escola do seu filho e avisar, então tomei coragem perguntando seu nome. Ela me disse assim: Depois de tanto tempo me observando daqui agora teve coragem e começou a rir baixinho. Cheguei bem perto dela e disse quase colado em seu corpo: Vontade eu sempre tive, mas o respeito falava mais alto, sempre te observei te apreciando nunca tive uma chance como essa! ela ficou muda por um segundo e suspirou olhando para o lado. Então naturalmente começamos a conversar observando a chuva e acredito eu torcendo para não parar.
Com a chuva incessante a conversa foi muito boa, muito além do que eu imaginava, Silene me contou que estava divorciada a um tempo com 2 filhos pequenos e que devido ao seu ritmo, compromissos financeiros e aos filhos não tinha tempo de namorar. Quando a chuva apertou um pouco mais, ela abriu o jogo fazendo tudo o que eu queria naquele momento. Perguntou se era casado, eu disse sutilmente que sim mas não era sexualmente satisfeito. Então me deu um beijo curto me de lado e segurando minha cintura e me disse: Não perca as oportunidades, a vida é curta porem muito gostosa com pessoas interessantes. Disse tchau, aproveitei a brecha e apertei seu corpo novamente contra o meu e de proposito deixei meu "recado" apontando meu penis tão duro que senti sua vagina quente e umida de tesão.O adeus se foi e Silene sem dizer nada correspondeu me beijando novamente com tesão, olhou ao redor segurou pelo braço me levando no balcão alto de xampoo que fica ao lado do banheiro. Começamos a nos beijar e nos acariciar perdendo todo o controle e respeito entre ambos. Levantei sua saia ainda molhada da chuva e acariciei suas coxas ao mesmo tempo lambendo seu pescoço e mordiscando sua orelha. Silene gemia baixinho e se contorcia quase desmaiando quando o subi todo o vestido puxei sua calçinha e enfiei o dedo em sua vagina. Até hoje não me esqueço estava totalmente molhada então ela me disse: não faz isso não estou muito tempo sem isso! não me deixa desse jeito não! quero voce mas nao assim!
Tirei meu penis para fora e coloquei em sua mão, ela então começou a punhetar e eu a masturbando, nossas bocas coladas, os dois gemendo e ao mesmo tempo olhando para a frente da loja. Silente então agarrou minha cabeça e deu um gemido misturado de tara, prazer e medo olhando nos meus olhos me beijou e se ajoelhou começando a fazer o oral mais perfeito da minha vida. Não passou muito tempo e então falei alto: para que eu vou gozar!
Silene me agarrou bem forte e eu então enchi sua boca de esperma, segurado seus cabelos e fodi sua boca como se fosse a sua vagina, ela engolia meu penis e todo o esperma. Nessa hora não aguentei fechei minha calça corri ate o balcao de camisinhas e peguei um pacote, rasgando com a boca louco de tesão ela ria e disse: voce quer me foder agora? então vem me arromba toda seu gostoso! Me mostra e faz o que voce nao faz em casa com a sua mulher! Fiquei louco! Virei agressivamente ela contra o balcao quase arranquei sua calcinha puxando para baixo e suspendi o sutia, me abaixei e lambi varias vezes sua buceta deixando ela toda melada de saliva sentindo seu gozo escorrendo em minha lingua, me levantei pus ela contra a parede e a prateleira, puxei seus cabelos com se fosse um animal no cio, com a outra mão começei a apertar seu seio e então enfie meu penis na sua vagina que me engoliu de uma vez só.
Silene segurava com uma mao na prateleira e a outra abria contraia seu clitoris ja que literalmente arrombei sua vagina estocando com força ela perdeu a razão e começou a dizer em voz alta: fode fode minha bucetinha...ahhhh to gozando como uma vadia..vai seu safado enfia tudo sem parar! Tapei sua boca e depois segurando seu quadril empinei mais sua bunda e começei a fode-la sem dó enfiando meu dedão no seu anus, forçando a entrada da gruta. Silene então virou a cabeça, pude ve-la quase fechando os olhos de boca aberta e gozando ao mesmo tempo senti meu dedão sendo engolido por seu anus.
Falei para ela quase ordenando: fique ai mesmo que eu ja volto! Fui ate a porta e a desci quase toda dando a entender que ja estava fechando a loja. Voltei e ela me perguntou que loucura voce vai fazer agora? Tirei minha camisa pus no chao e coloquei Silene de quatro a fodendo novamente. Sem pensar em nada tirei meu penis da sua vagina e fui dar um trato no seu anus que piscava como nuca vi. Lambia e alternadamente enfiava a lingua que ficava travada por seu anus. Silene se contorcia e gemia como uma louca no cio, ja nao dizia nada com nada quando sabendo a resposta lhe disse: agora quero ver o que voce aguenta mais! enfie a cabeça grande e grossa no seu anus que foi abrindo aos poucos, ela gemia e me segurava tentando dizer: é muito grosso ta doendo mais ta gostoso! vai enfia devagarzinho!
Juro que a ouvi mas não consegui respeitar, começei e enfiar todo ele e a estocar mais forte, ao mesmo tempo dedilhando seu clitoris. Essa mulher urrava de prazer e de dor ao mesmo tempo até que gozamos quase juntos, senti seu gozo em minhas mãos. Tirei a camisinha e enfiei o meu penis na sua boca fazendo ela engolir seu premio. Me distanciei dela e a puxei em direção a uma cadeira para ela descansar da surra que levou, Silene sentou e fiquei apreciando a sua vagina escancarada e vermelha, e a sua cara agora safada de tanto prazer. Nos beijamos muito e nos despedimos ja sabendo que teria continuidade dias depois no Motel, que lhes contarei em outra oportunidade.
Isso tudo se tornou um caso de muito amor e carinho por um bom tempo até que ela se mudou da região, mesmo assim nos comunicamos por telefone as vezes.
Se gostaram do conto me respondam:
E-mail: carlos.sampaio2012@bol.com.br
Sempre passava na rua impecável e muito cheirosa, com seus 28 anos, 1,65m com um corpo bem torneado, olhos sedutores, e atitude séria e sensual ao mesmo tempo. Ela era enigmática, observava aquela mulher sempre que podia e a deseja como nunca desejei ninguém, porem com muito respeito as poucas vezes que ia em minha loja não tinha coragem de olhar nos seus olhos, mas meu corpo pulsava prazer somente de estar com ela frente a frente. Ia para casa e fazia sexo com tanta intensidade que minha mulher pedia "água" muitas vezes. E eu me acabava na masturbação em função da Silene.
Certo dia de muita chuva, sozinho pois minha funcionaria tinha ficado gripada, estava no balcão por volta das 17hrs quando a Silene entrou toda molhada com o guarda-chuva quebrado, meu sem jeito meu olhou e perguntou se podia esperar ali um pouco. Juro que ao ver a sua blusa toda molhada e seus bicos acessos quase rasgando o seu sutiã e tentei dizer alguma coisa mas não saiu inicialmente. Olhei pela primeira vez em seus olhos e disse que se quisesse tinha um banheiro feminino na lateral, pode ser enxugar com uma toalha minha.
Ela respondeu meio sem graça que não tinha necessidade da toalha mas eu insisti fazendo uma observação a roupa dela toda molhada. Ela foi ate o banheiro que fica em frente do caixa e eu em seguida levei a toalha ate ela. Nesse momento o seu sorriso me deixou tão louco de desejo que fiquei novamente contemplando os seus seios duros, acessos e perfeitos. Silene me olhou e passou a toalha em seu rosto e me disse: a toalha tem um perfume que adoro!
Brinquei dizendo que aquele perfume era meu e não tinha a venda na loja. Então levemente maliciosa passou a toalha em seu pescoço descendo aos seios e me observando disse: É uma pena! você não tem medo de ficar sozinho com essa chuva? Olhe que alguem pode ter fazer algo e deu uma risada discreta. Abri um sor1riso meio sacana e disse que do jeito que eu era meio feio e com essa cara séria não tinha problema, nisso ela rindo me devolveu a toalha e me disse: tenho que pegar meu celular e avisar a escola do meu filho menor que irei atrasar. Dei alguns passos para tras mas mesmo assim o espaço ficou pequeno entre nós, Silene passou diante mim e para não esbarrar nas estantes de tras encostou sem corpo ao meu, sentindo meu penis tão duro que despontava. Olhei para baixo sem querer e ela notou o volume me olhando nos olhos ficando um pouco sem graça mas percebi a mordidinha nos labios que deu quando passou perto de um espelho de batons.
Naqueles minutos parece que o tempo havia parado porque ninguem entrava na loja, e então como estávamos ali sozinhos, esperei ela ligar para a escola do seu filho e avisar, então tomei coragem perguntando seu nome. Ela me disse assim: Depois de tanto tempo me observando daqui agora teve coragem e começou a rir baixinho. Cheguei bem perto dela e disse quase colado em seu corpo: Vontade eu sempre tive, mas o respeito falava mais alto, sempre te observei te apreciando nunca tive uma chance como essa! ela ficou muda por um segundo e suspirou olhando para o lado. Então naturalmente começamos a conversar observando a chuva e acredito eu torcendo para não parar.
Com a chuva incessante a conversa foi muito boa, muito além do que eu imaginava, Silene me contou que estava divorciada a um tempo com 2 filhos pequenos e que devido ao seu ritmo, compromissos financeiros e aos filhos não tinha tempo de namorar. Quando a chuva apertou um pouco mais, ela abriu o jogo fazendo tudo o que eu queria naquele momento. Perguntou se era casado, eu disse sutilmente que sim mas não era sexualmente satisfeito. Então me deu um beijo curto me de lado e segurando minha cintura e me disse: Não perca as oportunidades, a vida é curta porem muito gostosa com pessoas interessantes. Disse tchau, aproveitei a brecha e apertei seu corpo novamente contra o meu e de proposito deixei meu "recado" apontando meu penis tão duro que senti sua vagina quente e umida de tesão.O adeus se foi e Silene sem dizer nada correspondeu me beijando novamente com tesão, olhou ao redor segurou pelo braço me levando no balcão alto de xampoo que fica ao lado do banheiro. Começamos a nos beijar e nos acariciar perdendo todo o controle e respeito entre ambos. Levantei sua saia ainda molhada da chuva e acariciei suas coxas ao mesmo tempo lambendo seu pescoço e mordiscando sua orelha. Silene gemia baixinho e se contorcia quase desmaiando quando o subi todo o vestido puxei sua calçinha e enfiei o dedo em sua vagina. Até hoje não me esqueço estava totalmente molhada então ela me disse: não faz isso não estou muito tempo sem isso! não me deixa desse jeito não! quero voce mas nao assim!
Tirei meu penis para fora e coloquei em sua mão, ela então começou a punhetar e eu a masturbando, nossas bocas coladas, os dois gemendo e ao mesmo tempo olhando para a frente da loja. Silente então agarrou minha cabeça e deu um gemido misturado de tara, prazer e medo olhando nos meus olhos me beijou e se ajoelhou começando a fazer o oral mais perfeito da minha vida. Não passou muito tempo e então falei alto: para que eu vou gozar!
Silene me agarrou bem forte e eu então enchi sua boca de esperma, segurado seus cabelos e fodi sua boca como se fosse a sua vagina, ela engolia meu penis e todo o esperma. Nessa hora não aguentei fechei minha calça corri ate o balcao de camisinhas e peguei um pacote, rasgando com a boca louco de tesão ela ria e disse: voce quer me foder agora? então vem me arromba toda seu gostoso! Me mostra e faz o que voce nao faz em casa com a sua mulher! Fiquei louco! Virei agressivamente ela contra o balcao quase arranquei sua calcinha puxando para baixo e suspendi o sutia, me abaixei e lambi varias vezes sua buceta deixando ela toda melada de saliva sentindo seu gozo escorrendo em minha lingua, me levantei pus ela contra a parede e a prateleira, puxei seus cabelos com se fosse um animal no cio, com a outra mão começei a apertar seu seio e então enfie meu penis na sua vagina que me engoliu de uma vez só.
Silene segurava com uma mao na prateleira e a outra abria contraia seu clitoris ja que literalmente arrombei sua vagina estocando com força ela perdeu a razão e começou a dizer em voz alta: fode fode minha bucetinha...ahhhh to gozando como uma vadia..vai seu safado enfia tudo sem parar! Tapei sua boca e depois segurando seu quadril empinei mais sua bunda e começei a fode-la sem dó enfiando meu dedão no seu anus, forçando a entrada da gruta. Silene então virou a cabeça, pude ve-la quase fechando os olhos de boca aberta e gozando ao mesmo tempo senti meu dedão sendo engolido por seu anus.
Falei para ela quase ordenando: fique ai mesmo que eu ja volto! Fui ate a porta e a desci quase toda dando a entender que ja estava fechando a loja. Voltei e ela me perguntou que loucura voce vai fazer agora? Tirei minha camisa pus no chao e coloquei Silene de quatro a fodendo novamente. Sem pensar em nada tirei meu penis da sua vagina e fui dar um trato no seu anus que piscava como nuca vi. Lambia e alternadamente enfiava a lingua que ficava travada por seu anus. Silene se contorcia e gemia como uma louca no cio, ja nao dizia nada com nada quando sabendo a resposta lhe disse: agora quero ver o que voce aguenta mais! enfie a cabeça grande e grossa no seu anus que foi abrindo aos poucos, ela gemia e me segurava tentando dizer: é muito grosso ta doendo mais ta gostoso! vai enfia devagarzinho!
Juro que a ouvi mas não consegui respeitar, começei e enfiar todo ele e a estocar mais forte, ao mesmo tempo dedilhando seu clitoris. Essa mulher urrava de prazer e de dor ao mesmo tempo até que gozamos quase juntos, senti seu gozo em minhas mãos. Tirei a camisinha e enfiei o meu penis na sua boca fazendo ela engolir seu premio. Me distanciei dela e a puxei em direção a uma cadeira para ela descansar da surra que levou, Silene sentou e fiquei apreciando a sua vagina escancarada e vermelha, e a sua cara agora safada de tanto prazer. Nos beijamos muito e nos despedimos ja sabendo que teria continuidade dias depois no Motel, que lhes contarei em outra oportunidade.
Isso tudo se tornou um caso de muito amor e carinho por um bom tempo até que ela se mudou da região, mesmo assim nos comunicamos por telefone as vezes.
Se gostaram do conto me respondam:
E-mail: carlos.sampaio2012@bol.com.br
Uma casada no cio
Quando sair pra ir trabalhar no interior de SP. Quando por meio de um descuido ou por obra do destino, que muitos dizem que não existem. Mas voltando ao conto, eu estava no interior hospedado em um belíssimo hotel, que apesar de ser interior muito gostoso. Ao volta do local de trabalho com destino ao hotel após uns colega de trabalho me deixar no hotel com o carro da empresa, nesse casso ficava dois hospedados e dois fazia bate e volta todos os dias prá SP, foi aí que quando os mesmo nos deixaram na porta do hotel e ao descer do carro eu por um descuido deixei cair do bolso o meu aparelho de comunicador que por diversos motivos não posso falar o nome, Eu acho que muitos que ler esse conto vão saber do que estou falando. Mas voltando ao conto,caiu do bolso e sem perceber,só que no dia seguinte ao procurar o mesmo,levei um choque ao perceber que se estivesse perdido o mesmo teria que ir até uma delegacia prá fazer um BO e tudo que vcs sabem que tem que fazer pra justificar a empresa o motivo de ter perdido,Quando que por um impulso normal pedir prá que o meu colega de trabalho e de quarto acionasse o comunicador dela pra ver se conseguia achar o meu.Foi quando outro lado atende uma voz de veludo feminina,ao falar a mesma fala o nome do colega e diz que achou o mesmo na frente do hotel e que no outro dia ela iria pra academia e que passaria enfrente do hotel pra entregar o mesmo.Quando acordo no outro dia ansioso pra receber o comunicador e conseqüentemente conhecer essa voz tão carinhosa que falava ao outro lado.quando de repente aparece uma belíssima gata loura e bem detalhada fisicamente até mesmo ela faz academia,mas que era bonita e sex,foi paixão a primeira vista,então trocamos algumas palavras até mesmo eu tinha medo que ela fosse casada,e que justamente era.Quando eu falei pra ela o que eu poderia fazer pra agradecer ela por esse gesto de honestidades e é claro por eu ter conhecido ela.Ela me falou que não era nada e que ela era honesta e que faz parte de pessoas honestas devolver o quer não te pertence,aí eu te dei o meu cartão de visita e pedir que ela me ligasse quando precisasse de alguma coisa que eu pudesse ajudar,foi quando ela me perguntou se eu era casado?Eu meio sem graça confirmei, perguntei se ela bebía, ela me fala não, mas acompanho,foi quando percebir que ela também tinha sentido algo por mim também. Marcamos nos ver outro dia. No dia seguinte era um fim de semana, sábado e domingo e eu saberia que não iria vela nesses dias. No sábado a noite mandei diversas mensagens pelo o celular e nada,quando derepente ela me liga mas não fala nada,ligo de volta mas nada.No domingo o dia e a noite faço o mesmo e nada.Na segunda feira por volta das sete da manhã ela me liga e diz :Vc não queria me encontrar aqui na academia?Eu falei não por vc ser casada pode causar algum tipo de problemas pra vc mesma, então como o hotel fica bem próximo da academia que ela estava, achei melhor ir de carro, até mesmo que qualquer coisa sairia fora o mais rápido possível. Então nos encontramos na frente da academia,pedir pra ela entra no carro e ela entrou e já foi perguntando onde agente iria?Quando te falei, como vc é casada e todo na cidade te conhece vamos ao algum lugar seguro. quando fomos a uma rua com pouco movimento de carro,chegando lar eu perguntei qual era a dela?E ela me diz o mesmo. Quando de imediato te abracei e nos beijamos.depois de um certo tempo nos beijando tentei tirar a roupa dela,quando ela me diz que não pode,eu falo por quer?Ela diz coisa de mulher. Assim percebir que ela estava menstruada e sem perceber já fui colocando ela prá fazer um boquete que na linguagem popular é fazer uma chupeta ou mamar minha rola,foi tão gostos que gozei,foi tão rápido que nem ela percebeu que chegou até engolir um pouco de meus espermas e o resto espirou nos seus cabelos, foi que tirei minha camisa e dei pra ela se limpar. Nos dias seguintes nos encontramos sempre no horários da escola do filho que o corno do marido que só colocava defeito nela estava trabalhando.O marido dela só levava o tempo e querer oferecer ela pros amigos acho eu que ele é do tipo que sente tesão vendo sua mulher transando com outro homem.que se diz por uns boato que quando a mesma trabalhava junto com ele na mesma empresa ela no escritório e ela na linha de produção,ela chegou até se passar por modelo daquelas que ficam em feras no Anhembi,pleno fim de semana e o corno deixava ela ficar fim de semana com o patrão dele e que o mesmo vivia cantando ela direto,que se ela ficasse com ele,ela dava boa vida pra ela e esses papos de patrão com secretarias que todos sabem como é.Sei que o seu marido só leva o tempo em falar que ela está sem bunda,sem peito,que está ficando musculosa,só que ele mesmo vivia levando ela prá festas que no local só tinha amigos dele e nenhuma mulher,então ela servia como petisco nos olhos do amigos dele.Sei que nos encontramos e é sempre amor a primeira vista,agente quando nos encontramos é sempre como um casal que tem anos sem se ver,com o maior tesão e vontade de fazer sexo.Sei que o melhor sexo anal que fiz até agora é com ela.nos nos chupamos,eu chupo ela o cú dela até ela ficar molhadinha,depois viro ela de frente e chupo a bucetinha dela que vem pra mim com muito tesão e com muita falta de rola,por quer o seu marido só a procura pra trasar a cada dois ou três meses,mas que sempre tenta sem quere mas oferece ela pros amigos ,como assim,nossa vcs não acha que minha mulher está bonita bem de corpo e que ela é muito linda vcs não acha?Só que o corno comigo cismou de ter ciúmes. Só que agente durante a minha estadias no interior transava todos os dias.Sempre que no encontramos é como nunca tínhamos nos conhecidos,sempre com o maior tesão,eu chupo ela toda,os peitinhos que era pequenos agora de tanto eu chupar agora já está turbinados,chupo o cú dela que é muito delicioso,ficou passando a língua do cú prá buceta e vai e volta deixando ela louquinha de tesão,quando ela não aquenta mais eu vou e te penetro,primeiro no cúrzinho gozamos bastante,Depois tomamos um bom banho e depois voltamos nos chupar de novo,ela vem chupa minha rola como nunca visse uma rola chupa como uma desesperada e depois quando estou quase gozando ela vem e senta na minha rola,nossa que sentada gostosa,rebola igual uma cadela no cio,rebola,rebola e rebola que não agüento e gozamos de novo.Sem que nos encontramos é como se fosse a primeira vez,trasamos como se fosse acabar o mundo e já estamos planejando uma s transas diferente como por exemplo eu passar leite moça nela toda nos peitos,no cú,na buceta e depois chupala igual um cachorro no cio e depois transarmos igual dois cachorros no cio,Mas essa vai ser o nosso próximo conto.Espero que goste,tudo isso é verdadeiro.
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